Bang-kwa-hoo ok-sang (See you after school) Seok-hoon Lee (2006) Coreia do Sul


Consta no Imdb que este [“See you after school“] será um plágio não assumido de uma obscura comédia adolescente americana de 1987 (que nem eu conhecia e pensava que tinha visto todas na altura).
Cópia descarada, ou simplesmente muito inspirada, a verdade é que o raio do filme resulta. E bem.

Não vi – o original (ainda) – mas tendo em conta que ambos os filmes parecem ter a mesma história, a verdade é que a ideia para este argumento é tão boa e original que nunca poderia falhar fosse em que versão fosse por isso bem-vindos a [“See you after school“], versão oriental.
Uma comédia adolescente bem mais original do que parece á primeira vista.

Pelo trailer pareceu-me logo que o filme seria divertido, mas também não esperava grande imaginação para além daquilo que se vê na típica comédia tresloucada em estilo cartoon humano tão popular no cinema Sul Coreano.
No entanto [“See you after school“] é um daqueles filmes que funciona num eterno equílibrio entre a comédia histérica sem graça nenhuma, o filme para adolescentes imbecis e a comédia inteligente sem pretenções mas com gags tão inesperados quanto hilariantes.

Ha filmes em que o realizador parece estar mais interessado em exibir-se em todos os frames do que em contar uma história, (“Daisy“); há outros onde o realizador nem se nota mas tudo é tão cativante que nem damos por isso (“Bedevilled“) até pensarmos no assunto. Mas depois existem filmes que equilibram muito bem ambos os estilos e principalmente dependem desse equilibrio não só para criar uma identidade para a história como principalmente para fazer com que os gags humoristicos resultem no caso da comédia.

Quero dizer com isto que [“See you after school“] grande parte das vezes tem piada não pelos gags em si, mas porque estes aparecem filmados das maneiras mais inesperadas. Ou seja , o filme pode estar a decorrer da forma mais clássica no que toca á própria maneira de ser filmado e de repente cai-nos com uma piada totalmente inesperada em cima. E esta resulta não por ter graça no papel, mas por causa da forma como é filmada e montada na própria estrutura do filme.
Isto é dificil de explicar o que eu quero dizer, mas quando virem este título vão perceber.
Uma das grandes mais valias de [“See you after school“] é estar cheio de piadas que no papel não teriam graça nenhuma, até pela sua previsibilidade mas que resultam plenamente pelo menos umas 80% das vezes pela forma como o realizador as filma e as insere na própria montagem do filme.

O resultado disto é uma comédia caótica, daquelas em que temos mesmo de continuar a ver, porque apesar de já sabermos o que vai acontecer a seguir na história, há sempre algo hilariante ao redor da esquina que nos atinje como um tijolo humoristico quando menos esperamos nos momentos mais inesperados da história.

Outra coisa boa, é que apesar de [“See you after school“] ser um filme para rir, consegue no entanto inserir alguns momentos dramáticos que resultam plenamente e não parecem deslocados de todo apesar de previsíveis. Isto porque outra das coisas muito boas nesta história é a capacidade para nos fazer gostar dos personagens. Até daqueles que supostamente são os vilões da história.

[“See you after school“] usa muito bem o humor para humanizar cada personagem e depois nas alturas certas do filme usa essa humanização para falar a sério do tema principal do filme; o – bullying– escolar, particularmente da vertente oriental desse problema ainda tão menosprezado por muita gente.
Fico sempre com a ideia de que este tipo de situações lá pelo oriente será bem pior do que por cá; pelo menos é essa a imagem que o cinema particularmente Coreia do Sul costuma passar quando usa o ambiente liceal nas suas histórias onde o próprio conceito de castigo físico parece ainda estar bem entranhado na cultura escolar do país.

De qualquer forma, [“See you after school“] é uma comédia que resulta a vários níveis. Os gags são divertidos na sua maioria, (tirando as habituais piadas orientais com adolescentes e caca…sabe-se lá porquê parecem ser do agrado popular por aquelas bandas), os pequenos momentos dramáticos estão bem inseridos e muito bem construidos com base nos personagens mas acima de tudo o conceito da história é tão genial quanto parece simples e banal a uma primeira leitura.
Senão vejamos…

O argumento narra a história de um desgraçado que passou toda a vida a ser espancado e vilipendiado pelos colegas em todas as escolas porque passou desde criança. Não tem amigos, nunca teve amigos e toda a sua vida serviu apenas para savo de pancada e objecto de humilhação por toda a gente á sua volta.
Isto num filme de porrada seria um bom começo para depois este gajo pegar numa caçadeira e limpar o sebo a metade do liceu, mas aqui em [“See you after school“] o nosso heroi decide começar por servir de cobaia num laboratório de experiências científicas para tentar perceber porque sempre atraiu tão má sorte o tempo todo.

Depois de um par de gags hilariantes onde tudo lhe corre mal,  o rapaz decide voltar ao liceu para o semestre seguinte desta vez munido com alguma auto-confiança que os cientístas lhe atribuiram.
Claro que o regresso á escola é tudo menos perfeito e numa sucessão de acontecimentos de ver para crer uns atrás dos outros, logo no primeiro dia ao tentar impressionar a miuda gira da turma o nosso heroi acaba sem querer  por se cruzar com o mauzão da escola , mais o seu temido gang de arruaceiros que aterrorizam tudo e todos o tempo todo.
Sem puder escapar um duelo é combinado para depois das aulas onde o jovem heroi já se vê todo partido e sem qualquer hipótese de escapar, pois desistir por desistir seria desiludir a miuda pela qual se apaixonou.

Só lhe resta uma hipótese. Arranjar uma boa desculpa para não comparecer para o duelo no telhado ao fim do dia. Mas o pior é que terá que ser uma boa desculpa mesmo e é aqui que o argumento do filme brilha, pois toda a estrutura de [“See you after school“] é construída com base nos planos falhados do jovem geek para se escapar da pancadaria por cima.
Graças a este conceito simples temos direito a acompanhar os planos mais inacreditáveis que falham pelos motivos mais inesperados e divertidos.

Principalmente porque entretanto a atitude do pobre coitado, acabou sendo admirada por todos os outros alunos espancados, nerds, cromos e geeks da escola e são eles que na sombra se esforçam ingenuamente por contribuir também para que todos os planos de fuga do nosso heroi falhem redondamente das maneiras mais hilariantes pois acreditam que ele é uma espécie de Messias dos cromos oprimidos que dará uma lição aos gajos que sempre os maltrataram.
E é neste simples conceito que está a grande mais valia do argumento.

Os mais velhinhos aqui dos leitores, deverão lembrar-se da série “Parker Lewis can´t loose“.
[“See you after school“] é bastante semelhante, tanto em estilo visual como no tipo de situações, só que em modo ainda mais exagerado com efeitos quase sempre muito divertidos ou cativantes até ao segundo final, (a propósito, não percam os créditos no fim).
De resto o filme conta com tudo aquilo que se costuma encontrar num filme para adolescentes, embora surpreendentemente ou talvez não não tenha muito humor sexual mais ousado; embora as sequências com os sonhos eróticos diurnos do heroi sejam bem divertidas.

Essencialmente gostei muito deste filme.
Não é uma obra prima da comédia mas enquanto dura é um filme que os irá divertir mesmo muito se entrarem no espírito da coisa. Até mesmo quem não costuma curtir estas comédias parvas histéricas sul coreanas é capaz de se deixar levar por esta história onde o inesperado acontece a todo o instante e onde podemos contar também com bons personagens e boas interpretações, com destaque para o actor principal que é absolutamente genial e a total alma do filme.

——————————————————————————————————————

CLASSIFICAÇÃO:

Boa comédia tresloucada ao melhor estilo sul coreano onde tudo funciona perfeitamente para nos divertir enquanto dura.
Bons personagens, situações geniais, boa realização e um protagonista fantástico que sofre as maiores desgraças ao longo da história para nosso divertimento.
Não será uma obra prima e se calhar poderia ter ido mais longe, pois sente-se que apesar de tudo é um filme que tenta não deixar de ser politicamente correcto e como tal senti que muitos gags poderiam ter funcionado ainda melhor não fosse uma certa auto-censura subliminar que se sente a todo o instante. Mas não deixa de ser uma excelente comédia comercial para toda a família com muitos gags hilariantes e uma estrutura baseada num argumento bem mais genial do que se calhar parece á primeira vista por o conceito parecer tão simples.
Se querem uma comédia imaginativa não hesitem.
Quatro tigelas de noodles porque é mesmo muito bom e mais nada.

noodle2.jpg noodle2.jpg noodle2.jpg noodle2.jpg

A favor: a originalidade da estrutura da história, o conceito simples mas cheio de potencial razoavelmente bem explorado, contém mais que um par de gags absolutamente hilariantes, os personagens são bem desenvolvidos e a interpretação do actor principal é genial, boa realização e excelente equilibrio narrativo entre um estilo histérico e um tom sóbrio e mais tradicional.
Contra: poderia ter sido mais politicamente incorrecto talvez, é outra comédia sul coreana contendo piadas á volta de merda o que me irrita por demais.

——————————————————————————————————————

NOTAS ADICIONAIS

Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=jhb87QWGoIQ

Comprar – baratinho na Play Asia
http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7h-49-en-70-2iw0.html

Download com legendas em inglés…ou ingrés

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0907840

Ps: Espreitem este trailer também. Na verdade parece mesmo que See You After School será no mínimo inspirado no “original” americano; o que não deixa de ser algo curioso pois normalmente acontece o contrário…

——————————————————————————————————————

Se gostou, poderá gostar de:

My Sassy Girl

——————————————————————————————————————

Kokuhaku (Confessions) Tetsuya Nakashima (2010) Japão


Num par de reviews algures pela net alguém disse que assistir a [“Confessions“] é como ser atropelado por um Iceberg.
Eu próprio não poderia ter escolhido melhor expressão para classificar o impacto deste filme.

Refere-se também que este é um daqueles filmes que apesar dos prémios e de todo o reconhecimento que está a ter pelo mundo fora, muito certamente continuará a ser totalmente ignorado nos estados unidos e principalmente não se prevê uma distribuição americana tão cedo.
O que quer logo dizer que continuará desconhecido em Portugal porque nunca chegará ás salas “americanizadas” do resto do mundo. Especialmente no nosso país será um daqueles  filmes que estará condenado a aparecer um dia editado em dvd, retalhado em 4:3 e á venda naqueles cestos de promoções de kung-fu que os hipermercados têm por tendência classificar como cinema oriental por altura do Natal e afins.

O que é pena, pois [“Confessions“] é um daqueles filmes que nos faz perceber que afinal se calhar ainda não vimos tudo no que toca a cinema criativo e ainda existem maneiras cativantes e originais de se contar uma história. Especialmente uma história como esta que há partida não pedia mais que uma típica abordagem quase policial até.

Essencialmente [“Confessions“] começa quando uma professora de liceu no último dia de aulas perante a sua turma refere que a sua pequena filha de quatro anos foi encontrada afogada morta há pouco tempo numa piscina. Todos os indícios segundo a policia apontaram para que tudo não tenha passado de um acidente quando a criança caiu na água, mas na verdade a jovem professora tem outra explicação. A sua pequena filha foi assassinada num acto de bullying, os assassinos são precisamente dois alunos da sua própria turma, ela sabe quem eles são, em que carteiras estão sentados e preparou uma vingança inesquecível para fazer pagar bem caro a morte da sua bébé.

Digam lá se isto não é uma ideia fantástica para um filme de suspanse ?
E mais politicamente incorrecta não poderia ser. Se há um filme que jamais seria feito em Hollywood seria este e por isso ainda bem que existe cinema Japonês que mais uma vez marca pontos não só pela audácia como pela própria originalidade como todo o filme está estruturado.

Quem pensa que já tem uma ideia de como a história irá evoluir ,então é porque ainda não viu [“Confessions“].
Quem ainda não viu [“Confessions“] pensa que já viu tudo e não poderá ser surpreendido.
Este filme tem logo muita coisa boa á partida. Muitas vezes o cinema moderno é minimizado pela crítica por questões técnicas , por se parecer mais com um videoclip ou um anúncio publicitário do que com aquilo que é a formula clássica de se filmar e montar um filme.

É verdade que o estilo MTV ou a estética – “comercial de shampoo“- muitas das vezes é a morte de um bom projecto. O que não falta por aí , particularmente saído de Hollywood são videos musicais podres de chiques ou comerciais gigantes disfarçados de cinema mais interessados na estética que vende os produtos cuidadosamente colocados no meio das cenas do que em contar uma história e por isso é bom de repente encontrar pela frente um filme como [“Confessions“].

Estamos perante um trabalho que não só não esconde as suas influências visuais como as sabe usar de uma forma fascinante para criar um clima de tensão ainda mais angustiante do que esperariamos. Isto porque todos nós estamos habituados a ver nos comerciais e videoclips aquelas imagens fantásticamente estilizadas mas estas normalmente estão associadas ao prazer. A algo que nos querem vender ou a uma atmosfera de divertimento ou até sensualidade.
É aqui que [“Confessions“] também brilha.

Como se já não bastasse a história ser fantástica e com uma estrutura labirintica fascinante que os vai colocar a pensar sobre o assunto da violência infantil e a justiça de uma vingança, [“Confessions“] usa uma estética que normalmente associamos a coisas positivas para nos causar ainda mais arrepios na espinha á medida que a história se vai desenrolando e as revelações macabras se vão sucedendo.
Este filme pode inclusivamente ser considerado um filme de terror. Não assusta mas arrepia até á medula e apenas pela forma como desenvolve todos os pormenores referentes a uma das melhores e mais perturbantes vinganças que vi filmadas até hoje.

[“Confessions“] está cheio de imagens absolutamente fascinantes. É um daqueles filmes que apetece fazer pausa de cinco em cinco segundos só para apreciar o cuidado de cada imagem e há aqui milhares de frames que lhes ficarão na memória de certeza absoluta. A sua estética incialmente muito estranha aliada a uma estrutura narrativa ainda mais original poderá parecer-lhes á partida algo muito artificial, mas garanto-vos que quando chegarem ao fim nem se lembram de criticar esta obra por ser mais um daqueles produtos –made in photoshop– que muitas vezes aparecem pelo mercado.

O filme é frio como o raio, mas ao mesmo tempo é gélidamente poético. Está carregado de sequências lindissimas , muitas em slow-motion que os fará por momentos esquecer até a temática arrepiante do argumento. Nota máxima também portanto a nível visual.
[“Confessions“] pela sua estrutura bastante diferente do habitual poderá não ser um filme para todos, pois não deixa de ser automáticamente inserido numa certa categoria de cinema-de-autor pois de outra forma não poderia deixar de ser porque isto é comercial mas ao mesmo tempo é tão diferente que poderá não ser bem assim.

[“Confessions“] é comercial no sentido em que o fabuloso “Magnólia” de Paul Thomas Anderson também o (não) era.
Aliás, se gostaram de “Magnólia” pela forma como entrelaçou a estética, a história e a música não vão mais longe, [“Confessions“] é o vosso filme.
Imaginem um “Magnólia”  sobre psicopatas infantís, misturado com um ambiente gélido próximo de um “Requiem for a Dream” de Darren Aronofsky e uma pitada de “Battle Royale” sem esquecer um cheirinho de cinema de autor próximo do “All About Lily-Chou-Chou” ; e tudo isto cozinhado dá exactamente [“Confessions“] sem tirar nem pôr.

Pode ser um filme complicado de ser seguido para quem está habituado a um estilo mais ocidental, mas experimentem porque certamente a sua história cheia de momentos arrepiantes irá agarrá-los concerteza e duvido que alguma vez vejam um remake americano disto. Muito menos ganhará um Oscar apesar de ser um dos filmes concorrentes por melhor filme estrangeiro.

Tem uma estética fabulosa, uma montagem fragmentada fascinante e interpretações mágnificas onde não se pode sequer destacar ninguém pois desde a personagem da professora até aos jovens assassinos, todos brilham num argumento particularmente dificil com interpretações que os irá surpreender. Se houvesse um prémio para uma interpretação colectiva num filme, se calhar o elenco de [“Confessions“] merecia levar todas as estátuas para casa pois toda a gente está absolutamente perfeita neste filme.

Como nota menos positiva, na minha opinião apenas falha na sequência final onde todo o novelo da intriga vai sendo revelado. Não pela forma como as revelações nos são apresentadas, mas porque penso que é a única altura do filme em que o estilo visual quase que se sobrepõe á substância.
Todo aquele momento deveria ser principalmente sobre a história e o seu climax final mas acaba por ter que competir pela atenção do espectador com o estilo visual pois é nesses últimos dez ou quinze minutos onde o realizador mais abusa da própria artificialidade de uma estética de comercial de TV que na minha opinião deveria ter dado lugar de destaque á história e não ao visual por muito bom que ele continue a ser.

De qualquer forma [“Confessions“] é um filme do caraças que vocês não deverão perder, especialmente se o tema do bullying lhes interessa e alguma vez pensaram no que fariam se um dia tivessem um filho que fosse vitima de agressões por parte de colegas até morrer ás suas mãos. Depois disto, irão ficar a pensar, garanto-vos.
E congelados também.

Curiosamente parece que o realizador disto pregou uma valente surpresa a toda a gente, pois até ter feito este filminho de arrepiar a espinha ele apenas tinha filmado comédias ligeiras naquele estilo parvo ultra histérico muito popular no japão, tendo ficado conhecido graças ao sucesso de “Kamikaze Girls” de que falarei mais tarde neste blog.

——————————————————————————————————————

CLASSIFICAÇÃO:

Não será propriamente um filme que andarei a rever muitas vezes e provávelmente não o irei ver novamente tão cedo mas não há dúvida que é um daqueles totalmente imperdível e completamente obrigatório para quem pensa que já não haveria muito mais para dizer sobre bullying  juvenil ou infantil.
Cinco tigelas de noodles e um golden award claro, embora congelados…

noodle2.jpg noodle2.jpg noodle2.jpg noodle2.jpg noodle2.jpg gold-award.jpg

A favor: a originalidade da estrutura da história, a frieza e a coragem de se escrever uma história assim, os personagens e as incriveis interpretações dos actores, a montagem do filme é fantástica, visualmente tem momentos fabulosos que chegam a ser poéticos, é um filme de terror arrepiante sem o ser, é cinema de autor que não se arma em inteligente.
Contra: pode ser demasiado intimista para quem procura uma história  mais comercial ao estilo ocidental, a sequência final abusa demasiado da estética quando o desenlace da história não precisava desse pormenor para dividir atenções.

——————————————————————————————————————

NOTAS ADICIONAIS

Trailer
Ignorem este trailer estúpido, pois a sua atmosfera não tem nada , mas nada a ver com o que acontece no filme e não se percebe de todo a razão do trailer de um filme como este ter sido montado assim de uma forma que quase parece uma comédia japonesa hilariante.
http://www.youtube.com/watch?v=Vnws8ZymxME
Se calhar talvez para fazer com que [“Confessions“] se parecesse mais com os habituais filmes ligeiros do realizador que desta vez criou algo totalmente inesperado que não deve ter encaixado bem nos planos do estúdio que porventura esperaria mais do mesmo e levou com este bloco de gelo cinematográfico em cima.

Comprar
http://www.amazon.co.uk/Confessions-DVD-Takako-Matsu/dp/B004KISO60

Podem ir buscá-lo aqui com legendas em PT/Br

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt1590089/

——————————————————————————————————————

Outros títulos semelhantes em tema e estilo:

   

——————————————————————————————————————