Minyeo-neun goerowo (200 Pounds Beauty) Yong-hwa Kim (2006) Coreia do Sul


Para quem gosta de cinema oriental porque esta cinematografia consegue na maioria das vezes criar produtos comerciais sem deixar de ter uma identidade própria vai achar o filme seguinte algo ambiguo.

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Possivelmente a pior coisa que se pode dizer sobre [“200 Pounds Beauty“] é que podia ser uma produção americana e  não se notava grande diferença.
A história é tipicamente aquela que se costuma encontrar naquelas comédias sem graça nenhuma made-in-hollywood e como tal ainda se torna mais surpreendente descobrirmos que este foi o filme mais rentável de sempre na Coreia do Sul na altura em que estreou no cinema por aquelas bandas. Inclusivamente bateu o recorde de bilheteira de “My Sassy Girl” o que ainda me faz mais confusão.

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Não que [“200 Pounds Beauty“] seja um filme oriental abjecto, porque não o é, mas não deixa de ser uma produção estranha porque na verdade não tem absolutamente nada que o destaque da habitual história telenoveleira sem imaginação e sendo assim ter tido tamanho sucesso é algo que sinceramente me ultrapassa.
A história não tem interesse, o final é do mais previsivel possível, sem qualquer twist daqueles mágnificos que costumamos encontrar no cinema romântico da Coreia do Sul e os personagens são de cartão, pois salvo uma ou duas excepções estão desprovidos daquela alma que costuma caracterizar as produções Sul Coreanas no que toca a cinema romântico.

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Até o sub-tema da história está repleto de clichés do costume. Se tal como eu, já não podem mais com a típica história da jovem aspirante a Britney Spears que quer ser cantora pop famosa e até atingir a fama passa pelas habituais atribulações de estúdio, managers, starlets rivais aramadas em divas e facadas nas costas em geral, então se calhar é melhor não se aproximarem deste filme pois é um verdadeiro catálogo de lugares comuns e ao contrário de filmes bem mais simples dentro do cinema asiático como “Midnight Sun“, em que o mesmo sub-tema também é parte fundamental do argumento, aqui em [“200 Pounds Beauty“] não há paciência para tanto estéreotipo.

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Isto porque esses lugares comuns, acabam por empacar a parte central da história o que faz com que o filme se arraste mais do que deveria e faz com com que as supostas partes cómicas se percam por entre algo que nunca se percebe se pretende ser uma comédia ou um drama de pacotilha.
É que parece que supostamente [“200 Pounds Beauty“] seria uma comédia.

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Na verdade enquanto comédia tem um par de bons momentos e uma ou duas piadas que poderão arrancar uma gargalhada a alguém que já não estiver a bocejar no momento em que as partes de humor aparecem na história, mas se isto é suposto ser uma comédia romântica oriental, tem na verdade muito poucas partes que nos façam realmente rir.
E talvez porque o grande problema seja a falta de identificação do espectador com os personagens, pois ao contrário do que é costume, estes não passam de bonecos de cartão na sua maioria e por isso se não nos importamos muito com eles também pouca graça têm as suas desventuras.

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Essencialmente [“200 Pounds Beauty“] conta a história de uma rapariga muito gorda que apesar de cantar fabulosamente bem nunca poderá ter uma carreira musical por causa da sua aparência.
No entanto a miuda é a verdadeira voz por detrás da imagem da estrela do estúdio. Uma tipa insuportável, estilo Britney Spears oriental mimada e que se arma em diva a todo o instante. Afinal o mundo não suspeita que esta apenas se limita a fazer playback das canções gravadas pela miuda gordinha que vive na sombra de um sucesso que deveria ter sido o seu.
Já estão a bocejar ?

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Agora vem a melhor parte, um dia por milagre da ciência a rapariga obesa, recorrendo á cirurgia plástica perde todos os quilos em excesso e transforma-se numa verdadeira modelo, o que óbviamente vai colocar em risco o reinado da starlet diva, pois nesse momento as atenções de todos começam a virar-se para a nova descoberta, pois afinal não só é uma rapariga lindíssima como ainda por cima canta bem e a sua imagem já está de acordo com o padrão de beleza aceite para as estrelas da música pop. No entanto há um segredo por revelar. Ninguém sabe que a nova cantora anteriormente fora a jovem gorda que entretanto um dia sumiu de circulação.
Claro que pelo meio disto tudo, há um triangulo amoroso, pois um dos produtores do estúdio é o típico jovem executivo de sucesso pelo qual as duas rivais se apaixonam e portanto já estão a ver no que vai dar.

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Pontos positivos.
Ao contrário do que tudo isto prenuncia e ao contrário do que se calhar parece no trailer, [“200 Pounds Beauty“] não é uma daquelas comédias que explora a obesidade para fazer rir.
Ou melhor, ao contrário do que seria de esperar se fosse uma produção americana, por acaso este filme Sul Coreano consegue surpreender nesse aspecto e o personagem da miuda gorda nunca é ridicularizado, ou usado de uma forma mais abusiva no que toca a gags que envolvem a sua obesidade.

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Na verdade as melhores partes do filme até estão nas sequências iniciais em que o personagem ganha uma humanidade que depois infelizmente se perde no momento em que a rapariga se torna uma gaja boa porque todo o desenvolvimento do argumento se torna absolutamente previsível.
Mas é sempre positivo, encontrarmos numa comédia que se centra nas consequências da obesidade o cuidado em tratar o tema de uma forma menos óbvia do que seria de esperar.

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Apesar do argumento débil e estrutura de história muito óbvia, [“200 Pounds Beauty“] consegue no entanto colocar bem a questão da importância da imagem e das consequências da obesidade nas mulheres no que toca ao seu relacionamento com o mundo moderno e talvez tenha sido isso que tornou este filme um sucesso tão grande na Coreia do Sul pois aparentemente muitas raparigas se identificaram com o personagem ao ponto de terem esgotado bilheteiras para verem uma história que de outra forma não teria absolutamente mais nada que a destacasse.

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[“200 Pounds Beauty“] poderia ( e deveria ) ter sido muito melhor. Talvez o seu único grande problema é que nunca se torna uma história que nos verdadeiramente nos envolva emocionalmente e como tal a suposta parte romântica soa a plástico por todo o lado, o que anula qualquer identificação do espectador com os personagens. Se esperam encontrar aqui aquela poesia e emoção de um “My Sassy Girl” nos momentos finais, esqueçam.
Tem momentos em que parece que finalmente o romance nos vai agarrar mas depois perde-se igualmente em lugares comuns que se tornam ainda mais banais por tudo se passar num meio musical onde inevitávelmente levamos com a habitual banda-sonora ao melhor estilo Celine Dion versão oriental e onde não falta o momento de glória da protagonista.

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Uma coisa gira no entanto é realmente a transformação da actriz que faz de miuda gorda. O fato de obesidade com que a caracterizaram é realmente muito bom e temos que fazer pausa no dvd para nos certificarmos de que é realmente a mesma actriz quando esta depois a meio da história perde as dezenas de quilos a mais.

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CLASSIFICAÇÃO:
Apesar de tudo é uma boa comédia romântica oriental made in coreia do sul.
Não tem nada que a destaque e por vezes torna-se bocejante e até irritante pela sua previsibilidade e falta de alma. Mas a maneira como trata o tema da obesidade e a sua relação com os estereotipos de beleza no mundo moderno dá-lhe uns pontos a mais.
É um filme oriental fofinho mas ao contrário do habitual não agarra o espectador. Aposto que não irá agarrar nem aqueles que gostam de histórias de amor fofinhas, pois infelizmente o filme nunca se define bem. Não sabemos se pretende ser uma comédia (sem grande humor) , um drama telenovelístico, ou uma história de amor. Fica a meio termo entre todos os géneros e perde muito por isso.
De qualquer forma, trés tigelas de noodles porque é um daqueles filmes asiáticos porreiros para ser visto com toda a familia num domingo á tarde quando estiver a chover.
No entanto poderá agradar áquelas pessoas que se identificarem mesmo muito com a protagonista e se assim for até podem acrescentar uma tigela á minha classificação.

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A favor: a maneira como o argumento trata a obesidade da protagonista nunca a utilizando para gags desumanizantes ou apenas rídiculos, o fato de miuda gorda está muito bem feito e nunca parece a mesma actriz quando a vemos depois já magrinha, tem alguns momentos de humor divertidos, é um filme romântico mediano mas que se vê muito bem.
Contra: o argumento é banal, os personagens são na sua maioria estereotipos que se perdem ainda mais na história completamente previsível, nunca se define se pretende ser uma comédia, um drama ou uma história de amor, é um filme musical sem nunca o ser na sua plenitude e se calhar deveria ter entrado mais por aí, a parte romântica não nos emociona e é pena.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILER
http://www.youtube.com/watch?v=Cj4ZGKanyJ4&hl=pt-BR

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COMPRAR
http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7h-49-en-15-200+pound+beauty-70-25gt.html

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0940642/

DOWNLOAD
http://www.movieloo.info/2009/07/200-pounds-beauty-2006-dvdrip.html

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Outros títulos românticos recomendados:

Be With You My Sassy Girl Il Mare The Classic Fly me to Polaris

Love Phobia concerto_capinha_73x cyborg_she_capinha_73x

ditto_capinha_73x midnightsun_capinha my_girl_and_i_minicapinha

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The Green Slime (The Green Slime) Kinji Fukasaku (1968) Japão


Se costumam visitar o meu outro blog “Universos Esquecidos” que por força da falta de tempo também tem andado um bocado esquecido já devem ter lido esta review, mas para toda a gente que ainda não reparou no filme fica aqui este re-post agora no Cinema ao Sol Nascente por muito estranho que isto lhes possa parecer.
Eu sei que pelas imagens do filme não se nota, mas a verdade é que [“The Green Slime“] é uma produção Japonesa do final dos anos 60, apesar de não irem encontrar um único japonês no ecrã. Na verdade estão todos dentro dos fatos de borracha que simulam as criaturas invasoras.

Este é não só um daqueles filmes do piorio, como também um verdadeiro antepassado de “Aliens” e “Armageddon“. Começa quando uma equipa de astronautas é enviada para destruir um asteroide em rota de colisão e acaba em cenas de porrada genialmente rídiculas em que uma estação espacial é invadida por uma quantidade enorme de alienígenas que se reproduzem de cada vez que são atingidos.
Os monstros são na realidade uma forma de vida indígena do asteroide destruído e entraram na estação porque um dos astronautas encontrou uma espécie de baba verde nojenta na superficie do rochedo e a trouxe para bordo quando regressaram da missão.
Naturalmente aquele green slime como seria de esperar, evolui até se transformar numas criaturas ameaçadoras que são uma espécie de polvo com muito olhos e não ficariam nada deslocadas num episódio do “Espaço 1999“.

Na verdade, pensando bem [“The Green Slime“], parece uma espécie de Espaço 1999 cheio de porrada mas em estilo Austin Powers e é talvez isso que hoje em dia ainda lhe dá mais encanto. E não falta sequer uma personagem semelhante á Dra Helena Russel mas em versão Bond-Girl.
É muito dificil descrever este filme a quem nunca o viu, pois [“The Green Slime“] é um daqueles produtos que se nota á distância que foi feito no final dos anos 60 devido ao seu estilo completamente psicadélico e muito groovy baby.  Garanto-vos no entanto que é muito divertido.

Estéticamente parece um episódio de Thunderbirds mas com actores de carne e osso em vez de marionetes com fios.
Embora na verdade não se note grande diferença.
É que os actores deste filme são verdadeiramente canastrões. E quando não são eles os canastros os figurantes tratam de os substituir ao andarem á deriva pelos cenários sem saber bem o que estão ali a fazer durante as cenas de acção. O que cria situações paralelas muito engraçadas, pois se repararem bem em alguns momentos de tensão, os personagens principais estão a dar tudo para parecer estar realmente em perigo, mas depois olhamos para os figurantes e nota-se perfeitamente o contraste pois a metade deles deve estar mais a pensar o que raio estão ali a fazer com aqueles capacetes de zundap na cabeça em vez de estar no quartel militar onde os foram buscar para brincar aos soldados espaciais.

Mas a coisa mais assustadora e realmente incrível deste [“The Green Slime“] nem sequer são os temíveis invasores alienígenas ou as estonteantes cenas de acção.
A coisa que mete mais medo, é o cabelo do heroi !
É que meus amigos, nem uma marionete dos Thunderbirds consegue ter um cabelo tão bem penteado durante o tempo todo.

E por falar em heroi, acho que nunca vi um gajo tão detestável e estúpido num filme espacial. Além de ser um autêntico porco chauvinista (mas elas gostam), é um verdadeiro fascista arrogante que toma as decisões mais hilariantes e contraditórias ao longo de toda a história sem se preocupar com o que acontece aos seus homens desde que o seu cabelo não perca o efeito de laca constante.
O tipo parece-se ligeiramente com uma mistura entre Charlton HestonRonald Reagan o que de certa forma até tem a ver com a personalidade do personagem.
Embora o gajo seja verdadeiramente detestável, não deixa de ser engraçado ver que nos anos 60 aquela composição de personagem seria o equivalente ao heroi do filme. E não é que o gajo se safa no fim e fica com a miuda ?

Tudo o que é mau em [“The Green Slime“] é aquilo que o torna num clássico absoluto e num verdadeiro representante daquilo que normalmente associamos aos clichés dos filmes de ficção científica clássica, monstros de borracha e miudas a gritarem.
E curiosamente mais uma vez, tudo aquilo que associamos a clichés do género acaba por estar, não num filme americano mas outra vez numa produção de fora dos Estados Unidos, tal como já tinha acontecido em “Planeta Bur“.
No entanto, isto é um filme absolutamente imperdível, pois momentos geniais não faltam e é um daqueles que merecem verdadeiramente o titulo de grande clássico do lixo. Ainda por cima é lixo bem produzido.

Os cenários são muito diversificados e óbviamente cheiram a cartão pintado por todo o lado, os efeitos especiais têm fios quanto baste e os monstros de borracha não poderiam estar melhor.
Agora, alguém me explica porque razão é que os soldados precisam de andar de carrinho de golfe nos corredores da estação espacial quando as distâncias são incrivelmente curtas e toda a gente passa por eles muito mais rápido seguindo a pé ? E porque é que os carrinhos de golfe têm um tubo de escape ?
Já lhes disse que o cabelo do heroi nunca se move ?

Ah e não percam também as cenas em que os herois com fatos espaciais atendem o telefone e comunicam encostando o auscultador ao capacete. Este futuro é só técnologia.
[“The Green Slime“] foi uma produção que saiu no mesmo ano que “2001 Odisseia no Espaço” e é absolutamente notável constatarmos as diferenças estéticas entre ambos.

No meio de tudo isto não conseguimos deixar de nos espantar como o conceito de “Aliens” já estava presente neste [“The Green Slime“], pois todas as cenas de porrada nos corredores da estação remetem imediatamente para o filme de James Cameron o que dão actualmente uma nova vida a esta aventura espacial com espírito de Austin Powers.
E claro, as cenas no asteroide parecem uma versão antiga do filme “Armageddon” o que misturadas com o estilo “Aliens” dá origem a um produto muito engraçado.

No entanto nem tudo é bom porque é mau.
Há partes más que são realmente más e como tal contribuem para que [“The Green Slime“], não seja tão bom quanto deveria ser, sendo mau.
Faz sentido ?
O filme nem tem 90 minutos mas mesmo com tanta porrada ás vezes parece bem mais longo, talvez por esta não ter qualquer suspanse devido á sua ingenuídade e isso tornar redundantes algumas cenas que se calhar antigamente funcionavam, mas actualmente já estão extremamente datadas até mesmo para o espectador que como eu gosta deste tipo de filmes e normalmente se diverte com eles.

O facto de ser um filme japonês também lhe dá uma identidade um pouco indefinida, pois segue toda aquela estética de Godzilla mas tem um ritmo narrativo algo errático o que torna o facto dos actores serem todos estrangeiros, nomeadamente americanos, franceses e italianos num pormenor ainda mais curioso pois muitos parecem um bocado á deriva em todo o argumento e nenhum é usado plenamente, chegando alguns a ter menos tempo de ecran do que o próprio cabelo do heroi facho-chauvinísta.

Mas não deixem que isto os impeça de espreitar este [“The Green Slime“], pois é um verdadeiro filme de culto com quase tudo no lugar e onde nem faltam as estações espaciais penduradas por fios, as cenas de tiroteio no espaço ou os incendios no vácuo com as chamas a deslocarem-se para cima.
E claro, os diálogos atrozes e situações completamente ilógicas, que quase que tornam imprevisível aquilo que já se espera que vamos ver.

Uma nota curiosa também para o facto de já nesta altura terem arriscado um bocadinho de gore, com algumas cenas óbviamente contidas, mas que não deixam de criar um ambiente ainda mais campy que só fica bem a um filme que mete monstros horríveis a matarem pessoas em grandes quantidades.

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CLASSIFICAÇÃO:
Um verdadeiro filme de culto dentro da ficção científica clássica e tão ridiculo que se torna hipnótico.
Uma nota especial para a banda sonora verdadeiramente Austin Powers que lhes vai ficar na cabeça para sempre de tão má que é.
Apesar de muitas fragilidades merece quatro tigelas de noodles, pois é realmente uma peça única dentro deste género de cinema. Ainda por cima é outro produto oriental completamente desmiolado e só isso vale uma tigela adicional, portanto leva quatro e não trés.

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A favor: tudo é absolutamente mau e como tal tudo é bom, os cenários de cartão, os polvos de borracha, o conceito do green slime enquanto cena nojenta, as cenas de tiroteio no espaço com muitos fios e astronautas, as cenas ao estilo “Armageddon” na superficie do asteroide, é um antepassado do “Aliens” e nota-se, a música é do piorio, parece um episódio do “Espaço 1999” mas com porrada a duzentos á hora, os efeitos especiais são absolutamente maus e portanto isso é muito bom pois este filme não resultaria com efeitos a sério.
Contra: os actores são uns canastrões, o heroi é um machista facho da pior espécie e sem um pingo de empatia com o espectador, o ritmo narrativo do filme nem sempre resulta plenamente e muitas das vezes o filme arrasta-se um pouco até nas cenas de acção, a mistura entre o estilo japonês de fazer cinema e a tentativa de criar algo ao género de Hollywood não resulta plenamente.

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NOTAS ADICIONAIS:

Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=g79_ljVC5Wk

Videoclip
http://www.youtube.com/watch?v=vKESo2ofEcw

Actualmente este é um daqueles filmes muito dificeis de encontrar em dvd e até mesmo em torrents só se arranja a versão ripada do canal Turner Classic Movies num formato pan&scan.
Por isso boa sorte e se conseguirem encontrar uma edição em dvd á venda digam qualquer coisa.

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0064393/

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