” A Minha Vida Dava um Filme” (?!) – Espreitem só isto !


Estou sem palavras e aposto que vocês também irão ficar quando virem isto.
É um daqueles posts que não poderiam ficar melhor num blog como este pois aposto com vocês que daqui a um ano ou dois vou estar aqui a falar de um filme baseado nisto.

Absolutamente arrepiante e tão emocional quanto um bom argumento sul coreano.
E se gostaram, espreitem só a semi-final com esta versão da banda sonora do Cinema Paradiso cantada por ele.

Caso, estejam curiosos se ganhou o concurso, ficou em segundo mas tal como no caso de Susan Boyle foi como se tivesse ganho , pois já tem a carreira que nunca pensou possivel.

Minyeo-neun goerowo (200 Pounds Beauty) Yong-hwa Kim (2006) Coreia do Sul


Para quem gosta de cinema oriental porque esta cinematografia consegue na maioria das vezes criar produtos comerciais sem deixar de ter uma identidade própria vai achar o filme seguinte algo ambiguo.

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Possivelmente a pior coisa que se pode dizer sobre [“200 Pounds Beauty“] é que podia ser uma produção americana e  não se notava grande diferença.
A história é tipicamente aquela que se costuma encontrar naquelas comédias sem graça nenhuma made-in-hollywood e como tal ainda se torna mais surpreendente descobrirmos que este foi o filme mais rentável de sempre na Coreia do Sul na altura em que estreou no cinema por aquelas bandas. Inclusivamente bateu o recorde de bilheteira de “My Sassy Girl” o que ainda me faz mais confusão.

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Não que [“200 Pounds Beauty“] seja um filme oriental abjecto, porque não o é, mas não deixa de ser uma produção estranha porque na verdade não tem absolutamente nada que o destaque da habitual história telenoveleira sem imaginação e sendo assim ter tido tamanho sucesso é algo que sinceramente me ultrapassa.
A história não tem interesse, o final é do mais previsivel possível, sem qualquer twist daqueles mágnificos que costumamos encontrar no cinema romântico da Coreia do Sul e os personagens são de cartão, pois salvo uma ou duas excepções estão desprovidos daquela alma que costuma caracterizar as produções Sul Coreanas no que toca a cinema romântico.

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Até o sub-tema da história está repleto de clichés do costume. Se tal como eu, já não podem mais com a típica história da jovem aspirante a Britney Spears que quer ser cantora pop famosa e até atingir a fama passa pelas habituais atribulações de estúdio, managers, starlets rivais aramadas em divas e facadas nas costas em geral, então se calhar é melhor não se aproximarem deste filme pois é um verdadeiro catálogo de lugares comuns e ao contrário de filmes bem mais simples dentro do cinema asiático como “Midnight Sun“, em que o mesmo sub-tema também é parte fundamental do argumento, aqui em [“200 Pounds Beauty“] não há paciência para tanto estéreotipo.

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Isto porque esses lugares comuns, acabam por empacar a parte central da história o que faz com que o filme se arraste mais do que deveria e faz com com que as supostas partes cómicas se percam por entre algo que nunca se percebe se pretende ser uma comédia ou um drama de pacotilha.
É que parece que supostamente [“200 Pounds Beauty“] seria uma comédia.

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Na verdade enquanto comédia tem um par de bons momentos e uma ou duas piadas que poderão arrancar uma gargalhada a alguém que já não estiver a bocejar no momento em que as partes de humor aparecem na história, mas se isto é suposto ser uma comédia romântica oriental, tem na verdade muito poucas partes que nos façam realmente rir.
E talvez porque o grande problema seja a falta de identificação do espectador com os personagens, pois ao contrário do que é costume, estes não passam de bonecos de cartão na sua maioria e por isso se não nos importamos muito com eles também pouca graça têm as suas desventuras.

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Essencialmente [“200 Pounds Beauty“] conta a história de uma rapariga muito gorda que apesar de cantar fabulosamente bem nunca poderá ter uma carreira musical por causa da sua aparência.
No entanto a miuda é a verdadeira voz por detrás da imagem da estrela do estúdio. Uma tipa insuportável, estilo Britney Spears oriental mimada e que se arma em diva a todo o instante. Afinal o mundo não suspeita que esta apenas se limita a fazer playback das canções gravadas pela miuda gordinha que vive na sombra de um sucesso que deveria ter sido o seu.
Já estão a bocejar ?

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Agora vem a melhor parte, um dia por milagre da ciência a rapariga obesa, recorrendo á cirurgia plástica perde todos os quilos em excesso e transforma-se numa verdadeira modelo, o que óbviamente vai colocar em risco o reinado da starlet diva, pois nesse momento as atenções de todos começam a virar-se para a nova descoberta, pois afinal não só é uma rapariga lindíssima como ainda por cima canta bem e a sua imagem já está de acordo com o padrão de beleza aceite para as estrelas da música pop. No entanto há um segredo por revelar. Ninguém sabe que a nova cantora anteriormente fora a jovem gorda que entretanto um dia sumiu de circulação.
Claro que pelo meio disto tudo, há um triangulo amoroso, pois um dos produtores do estúdio é o típico jovem executivo de sucesso pelo qual as duas rivais se apaixonam e portanto já estão a ver no que vai dar.

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Pontos positivos.
Ao contrário do que tudo isto prenuncia e ao contrário do que se calhar parece no trailer, [“200 Pounds Beauty“] não é uma daquelas comédias que explora a obesidade para fazer rir.
Ou melhor, ao contrário do que seria de esperar se fosse uma produção americana, por acaso este filme Sul Coreano consegue surpreender nesse aspecto e o personagem da miuda gorda nunca é ridicularizado, ou usado de uma forma mais abusiva no que toca a gags que envolvem a sua obesidade.

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Na verdade as melhores partes do filme até estão nas sequências iniciais em que o personagem ganha uma humanidade que depois infelizmente se perde no momento em que a rapariga se torna uma gaja boa porque todo o desenvolvimento do argumento se torna absolutamente previsível.
Mas é sempre positivo, encontrarmos numa comédia que se centra nas consequências da obesidade o cuidado em tratar o tema de uma forma menos óbvia do que seria de esperar.

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Apesar do argumento débil e estrutura de história muito óbvia, [“200 Pounds Beauty“] consegue no entanto colocar bem a questão da importância da imagem e das consequências da obesidade nas mulheres no que toca ao seu relacionamento com o mundo moderno e talvez tenha sido isso que tornou este filme um sucesso tão grande na Coreia do Sul pois aparentemente muitas raparigas se identificaram com o personagem ao ponto de terem esgotado bilheteiras para verem uma história que de outra forma não teria absolutamente mais nada que a destacasse.

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[“200 Pounds Beauty“] poderia ( e deveria ) ter sido muito melhor. Talvez o seu único grande problema é que nunca se torna uma história que nos verdadeiramente nos envolva emocionalmente e como tal a suposta parte romântica soa a plástico por todo o lado, o que anula qualquer identificação do espectador com os personagens. Se esperam encontrar aqui aquela poesia e emoção de um “My Sassy Girl” nos momentos finais, esqueçam.
Tem momentos em que parece que finalmente o romance nos vai agarrar mas depois perde-se igualmente em lugares comuns que se tornam ainda mais banais por tudo se passar num meio musical onde inevitávelmente levamos com a habitual banda-sonora ao melhor estilo Celine Dion versão oriental e onde não falta o momento de glória da protagonista.

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Uma coisa gira no entanto é realmente a transformação da actriz que faz de miuda gorda. O fato de obesidade com que a caracterizaram é realmente muito bom e temos que fazer pausa no dvd para nos certificarmos de que é realmente a mesma actriz quando esta depois a meio da história perde as dezenas de quilos a mais.

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CLASSIFICAÇÃO:
Apesar de tudo é uma boa comédia romântica oriental made in coreia do sul.
Não tem nada que a destaque e por vezes torna-se bocejante e até irritante pela sua previsibilidade e falta de alma. Mas a maneira como trata o tema da obesidade e a sua relação com os estereotipos de beleza no mundo moderno dá-lhe uns pontos a mais.
É um filme oriental fofinho mas ao contrário do habitual não agarra o espectador. Aposto que não irá agarrar nem aqueles que gostam de histórias de amor fofinhas, pois infelizmente o filme nunca se define bem. Não sabemos se pretende ser uma comédia (sem grande humor) , um drama telenovelístico, ou uma história de amor. Fica a meio termo entre todos os géneros e perde muito por isso.
De qualquer forma, trés tigelas de noodles porque é um daqueles filmes asiáticos porreiros para ser visto com toda a familia num domingo á tarde quando estiver a chover.
No entanto poderá agradar áquelas pessoas que se identificarem mesmo muito com a protagonista e se assim for até podem acrescentar uma tigela á minha classificação.

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A favor: a maneira como o argumento trata a obesidade da protagonista nunca a utilizando para gags desumanizantes ou apenas rídiculos, o fato de miuda gorda está muito bem feito e nunca parece a mesma actriz quando a vemos depois já magrinha, tem alguns momentos de humor divertidos, é um filme romântico mediano mas que se vê muito bem.
Contra: o argumento é banal, os personagens são na sua maioria estereotipos que se perdem ainda mais na história completamente previsível, nunca se define se pretende ser uma comédia, um drama ou uma história de amor, é um filme musical sem nunca o ser na sua plenitude e se calhar deveria ter entrado mais por aí, a parte romântica não nos emociona e é pena.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILER
http://www.youtube.com/watch?v=Cj4ZGKanyJ4&hl=pt-BR

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COMPRAR
http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7h-49-en-15-200+pound+beauty-70-25gt.html

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0940642/

DOWNLOAD
http://www.movieloo.info/2009/07/200-pounds-beauty-2006-dvdrip.html

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Outros títulos românticos recomendados:

Be With You My Sassy Girl Il Mare The Classic Fly me to Polaris

Love Phobia concerto_capinha_73x cyborg_she_capinha_73x

ditto_capinha_73x midnightsun_capinha my_girl_and_i_minicapinha

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Katakuri-ke no kôfuku (The Happiness of the Katakuris) Takashi Miike (2001) Japão


Cantem todos !
– ” The hills are alive, with the Sound of…screaming !?”  🙂

Se calhar não se nota, mas [“The Happiness of the Katakuris“] é uma comédia e a frase acima é o seu slogan publicitário oficial.
A sério.
Agora depende muito do vosso sentido de humor, porque garanto-vos, este filme não é para toda a gente. E não é por causa do sangue ou do excesso de cenas gore nojentas, mas sim porque é um filme musical.
Confusos ?
Ainda não viram nada.
É que a haver um filme completamente inclassificavel será certamente este, senão vejamos…
É mau como o raio, mas é por isso que é uma verdadeira obra prima do cinema oriental, porque o objectivo era mesmo que fosse mau e neste aspecto [“The Happiness of the Katakuris“], não podia ser melhor.

Só um realizador com talento e muito seguro do seu trabalho conseguiria criar de propósito um mau filme. E já que falamos de cinema oriental, se calhar não haveria ninguém mais credenciado do que o veterano Takashi Miike para fazer uma … coisa destas.
Não que ele seja já um velho cineasta oriental venerado ao estilo Kurosawa, mas porque na verdade deve ser o realizador que mais rapidamente trabalha no mundo e sempre com resultados que, ou são excelentes ou muitíssimo bons, pois por mais que se tente procurar é dificil encontrarmos um mau filme de Miike no mercado.
Quando muito descobre-se algo mediano, o que não é o caso desta vez.
E se juntarmos o facto dele em pouco mais de dez anos de carreira ter já feito mais de 60 filmes (leram bem), ainda custa mais a acreditar que ele consiga surpreender a cada novo projecto e seja um dos realizadores mais originais que poderão encontrar a trabalhar actualmente.
Acho que na carreira Miike só deve faltar um porno.
Embora [“The Happiness of the Katakuris“] não ande muito longe disso…
Não porque tenha sexo explícito ou sequer nudez, mas porque é um filme tão piroso, mas tão piroso que se torna quase pornográfico se interpretarmos o conceito por uma definição de excesso.
Mas de que trata então esta…hem…obra ?…
Acreditam se eu lhes disser que isto é um remake Japonês do “Música no Coração” ?…

Não será própriamente um remake da história do filme de Robert Wize, porque [“The Happiness of the Katakuris“], é uma nova versão de um dos clássicos do cinema Sul-Coreano intitulado originalmente  – “The Quiet Family”.
Mas é um herdeiro absoluto do espírito feliz de “Música no Coração” e a um nível emocional é o seu remake a 100%, apesar de contar com uma quantidade considerável de cadáveres á mistura.
É que vocês nem imaginam como este filme é feliz.

Se conseguirem entrar no espírito,  “The Happiness of the Katakuris“] é um verdadeiro antídoto para a depressão e uma das obras mais originalmente bem dispostas que poderão encontrar.
Começa de forma estranha. Tão estranha que a início nem sabemos bem se estamos a gostar do filme ou não, mas depois culmina numa parte emocional tão feliz, mas tão feliz que se torna contagiante e damos por nós a entrar no espírito e com vontade de começar a cantar canções fofinhas pirosas em japonês e a flutuar de alegria acima do sofá da sala.
O que não deixa de ser estranho, porque a parte final é sobre o suícidio. 🙂

Não, não estou a gozar.
Mas afinal o que há de tão estranho nesta obra ?
Bem, é pirosa. Mas pirosa mesmo, com um kitsch tão exagerado que faz os Enapá 2000, parecerem ingénuos.
The Happiness of the Katakuris“], é piroso de propósito e não pensem que isto é fácil de ser feito. Mal pensado, tudo teria resultado num falhanço absoluto pois se não conseguisse transportar o espectador para aquele universo sem o contestar Takashi Miike teria se espalhado ao comprido e o filme seria apenas mau a um nível que nem conseguiriamos suportar.
Mas passa-se exactamente o contrário e tudo no ecrã nos impede que tiremos os olhos da televisão pois, primeiro nem acreditamos (ou compreendemos verdadeiramente) o que estamos a ver, depois temos mesmo que saber o que vai acontecer a seguir, quanto mais não seja para podermos contar ás pessoas o que vimos.
É essa a grande magia do filme. Apesar de nos apetecer deitar fora o dvd nos primeiros minutos, depois agarra-nos, conquistando-nos com a sua felicidade transbordante.
Isto enquanto mete assassinatos, catástrofes naturais, telediscos de música propositadamente má, estética pimba do mais pimba que possam imaginar e personagens do outro mundo.
E já lhes falei nos mortos vivos ?… 🙂

Se calhar é melhor não dizer mais nada.
Aliás, eu que não gosto de revelar o argumentos dos filmes, sobre este então, é que não vou dizer practicamente nada, pois o prazer aqui está precisamente em não imaginarem o que lhes irá cair em cima a seguir.
Fiquem apenas a saber que “The Happiness of the Katakuris“], narra as sangrentas desventuras de uma familia tradicional japonesa que por acaso teve o azar de ter comprado um velho hotel no meio de uma montanha onde quase não passam turistas. E quando passam, os que se hospedam nos seus quartos acabam mortos no dia seguinte, o que dá origem ás mais inimagináveis e engraçadas situações.
Mas se o filme é extremamente feliz no seu tom, isto deve-se não só ás inacreditáveis canções pimba e números músicais que o percorrem, mas principalmente aos personagens.
O filme tem um casting absolutamente perfeito com personagens-tipo geniais e muito bem interpretados. Desde o avô até á criancinha da família todos têm o seu momento no filme e ajudam mesmo a criar aquela ilusão de família unida que é a alma e o coração do filme.

E por falar em personagens, há um que se destaca e já se tornou uma figura de culto.
Não pertence aos membros da familia, mas garanto-vos que não se vão esquecer do “Richard” tão cedo.
Podem espreitar a sua canção na secção de videoclips deste site se quiserem ter um pequeno vislumbre da sua personalidade e do que o personagem faz no contexto da história porque o seu segmento é um bom exemplo do que poderão encontrar se arriscarem a ver este filme.
Só para terem uma ideia, “Richard” é a versão oriental do Richard Gere em “Oficial e Cavalheiro”, mas com tendências extremamente narcísistas e um bocadinho psicópatas.
Vão adorar.

Portanto é assim, gostam de histórias com pessoas cortadas aos bocados e música pimba japonesa ?
Gostam do “Evil Dead” e sempre imaginaram que daria um bom musical ?
Acham que o suícidio pode servir de inspiração para canções ao sabor de “Música no Coração” ?
E vulcões ? Gostam de filmes com vulcôes ?

Então não podem perder esta obra, pois mesmo que a fiquem a odiar, podem ter a certeza de que se irão lembrar dela por muito, muito tempo. E ter as suas musiquinhas na cabeça também. 😉

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CLASSIFICAÇÃO:

Um dos filmes mais originais que poderão encontrar. Ideal para quem reclama constantemente que o cinema de hoje em dia é todo igual.
Agora cuidado, pois pode induzir a níveis de vómito inimagináveis. Aproximem-se com cuidado então.
Mesmo assim, não posso deixar de dar cinco tigelas de noodles e um Golden Award como selo de qualidade.
Embora cuidado com a minha classificação, pois se não entrarem neste filme preparados, se calhar para muitos de vocês ele nem valerá sequer meia tigela.
Não é o meu caso, pois além de eu ser admirador da capacidade inventiva do realizador a alegria contagiante do final deste filme merece em absoltuto a nota máxima.
Mas é preciso estar com espírito para ver isto, pois apesar de muito ligeiro e comercial, não é de forma alguma um filme fácil de assimilar (especialmente para o publico ocidental).
É que para uma comédia, nem sequer é propriamente um filme hilariante, mas tem os seus momentos de humor muito bem conseguidos.
O que não impede que seja verdadeiramente uma obra-prima do cinema feliz…se é que este género existe…

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A favor: a originalidade, a extrema alegria contagiante que aumenta de nível á medida que o filme se aproxima dos momentos finais, os personagens, as musicas pimba, a realização certamente sobre o efeito de ganza em excesso, o humor negro, o “Richard”.
Contra: as animações em plasticina stop-motion apesar de excelentes irritam-me profundamente, a mistura de géneros de filme é tanta e tão confusa que o filme tem umas variações de ritmo narrativo algo estranhas.

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NOTAS ADICIONAIS

Recomendo vivamente que vejam o Trailer pois transmite perfeitamente o ambiente que irão encontrar durante o filme todo.
http://www.youtube.com/watch?v=nIXyiJqMLJI&feature=related

Se quiserem comprar o dvd, sugiro a edição UK, pois é fantástica.

Excelentes (e pirosos) menús animados, excelente qualidade de imagem numa transferência anamórfica muito boa e um som perfeito não só em 5.1 como em DTS. Além disso contém óptimos extras, inclusivamente uma boa entrevista com o realizador que merece ser vista, quanto mais não seja para apreciarem a pinta gangster-hiphop-japonês do homem. Scary…

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0304262/

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Filmes “semelhantes” de que poderá gostar:

Attack the gas station

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