The Magician (Chosun Masoolsa) Dae-seung Kim (2015) Coreia do Sul


Sempre que vejo um trailer para um filme oriental, devidamente ocidentalizado com aquela estrutura de trailer americano e apresentado em inglés; suspeito logo que a coisa não vai ser nada de especial e também aqui em [“The Magician“] parece que não me enganei.

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Desde há vários anos a esta parte,  há por aí uma estranha tendência em que tudo o que é cinema do oriente “escolhido” para ser lançado no ocidente com distribuição de uma major americana, normalmente é sempre bastante básico. Especialmete quando comparado com titulos que mereciam mesmo ter divulgação por cá mas permanecem eternamente inorados por quem depois distribui as coisas mais medianas saídas da Ásia como se fossem verdadeiras obras extraordinárias (de que toda a gente tem que obrigatóriamente que gostar).

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Nestas alturas , aparecem críticas ocidentais supostamente profissionais completamente extasiadas por todo o lado sobre muitos desses títulos; (aconteceu agora novamente com o extremamente banal “A Assassina” que anda por aí apresentado como sendo qualquer coisa de génio); e às vezes pergunto-me se quem escreve maravilhas sobre produções orientais absolutamente medianas que apenas chegam cá oficialmente porque são distribuídas por Hollywood, alguma vez se deu ao trabalho de acompanhar o cinema realmente bom que há do outro lado do mundo ou apenas fica surpreendido com o exotismo natural de um tipo de filme a que não está habituado, quando as distribuidoras americanas “nos dão permissão” para finalmente notarmos que determinado título existe.

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[“The Magician“] não sendo tão banal quanto outros títulos que a crítica ocidental apresentou como sendo verdadeira obras primas ou filmes extraordinários no passado; apenas porque foram distribuidos no ocidente;  (“Azumi“, “Shinobi“, “Bichunmoo – O guerreiro“,”Duelist” ou até mesmo o decepcionante “Red Cliff” que deixou muito a desejar); é no entanto absolutamente mediano em todos os sentidos quando comparado com dezenas de outras opções superiores que existem neste momento na Coreia do Sul e que mereciam mesmo ser distribuídas por cá.

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Há por aqui uma lógica que eu não entendo de todo e que começou curiosamente quando parece que o mundo ocidental descobriu “Crouching Tiger Hidden Dragon“; outro título bastante inferior a 90% dos verdadeiros Wuxias orientais que poderão em alternativa ver se explorarem o cinema Wuxia da China por exemplo; mas que no ocidente adquiriu estatuto de obra prima , fruto um pouco dessa lógica desconexa que a crítica profissional parece apresentar constantemente; como se escrevessem bem sobre um filme apenas porque Hollywood estalou os dedos para que assim seja, porque alguém algures num departamento de marketing em Los Angeles achou que seria interessante criar uma moda sobre cinema “de Karaté” para consumo dos cinéfilos da pipoca ocidental.

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[“The Magician“] embora pareça ser mais um título assim,  não é mau. Na verdade não tem absolutamente nada de errado. Tudo o que faz, resulta em termos de história, tem um certo carísma a nível de personagens, mas depois o produto final não deslumbra minimamente.
O facto de ter uma realização algo televisiva também não ajuda e em muitos momentos mais parece um telefilme apropriado para um qualquer canal de cabo do que propriamente um produto para cinema. A própria fotografia do filme tem ali um sabor a televisão que quanto a mim retirou logo metade do ambiente que esta história deveria ter tido.

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Talvez porque [“The Magician“] é suposto ter um enquadramento histórico e sabe-se lá porquê, mais uma vez a Coreia do Sul parece não conseguir acertar propriamente neste tipo de filmes, contrariamente ao que se passa no cinema da China onde em termos de ambiente épico, ou atmosfera de autenticidade a coisa resulta sempre plenamente.
Quando a Coreia do Sul tenta algo semelhante, o resultado é sempre algo plástico e bastante -televisivo- o que acontece também aqui nesta história romântica em ambiente Wuxia quanto baste.

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No entanto, mesmo enquanto cinema romântico, este título também não é propriamente indispensável ou um titulo que se recomende imediatamente.
Mais uma vez, [“The Magician“] não tem propriamente nada de errado, mas fica a meio termo em tudo, principalmente em termos emocionais. E quando uma história romântica produzida na Coreia do Sul não consegue criar uma empatia emocional com o espectador, algo vai mal.

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[“The Magician“] gira à volta de uma rapariga que foi essencialmente vendida pela familia e enviada para o sul do país para se casar com o rei e tornar-se por isso numa verdadeira princesa. A comitiva real pára numa cidade onde um jovem mágico com um passado torturado tem o seu espectáculo de magia montado e portanto já estão a ver onde isto vai dar.

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Este é um filme dificil de classificar precisamente porque nem como cinema romântico é particularmente interessante. Os primeiros vinte minutos são curiosos mas algo aborrecidos, com cenas onde se conhece o passado do jovem mágico ou no presente ficamos a saber como são feitos os seus truques que impressionam as plateias da cidade onde reside.

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Na verdade estava quase a desligar o filme pois o ambiente “televisivo” é algo que me irrita por demais em produções para cinema e [“The Magician“] logo desde o inicio parecia encaixar-se nesse estilo visual e não ir muito mais além. Felizmente foi precisamente nessa altura que a parte romântica da história começou verdadeiramente e percebi que pelo menos havia ali uma boa química entre os dois protagonistas.
[“The Magician“] só não resulta melhor em termos românticos porque o filme não se decide se quer ser uma comédia, um drama, ou um thriller politico com sabor a Wuxia e intenções de se apresentar como recriação histórica.

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No meio de toda esta indecisão de género que cruza e descruza toda a narrativa ao longo das mais de duas horas de filme, os personagens acabam por ser algo desperdiçados. O que é pena, pois a história consegue um bom grupo que se calhar poderia ter sido realmente interessante nas mãos de outro argumentista talvez. Mesmo assim ainda há alguma humanização bem conseguida que acaba por ser sempre o melhor que [“The Magician“] tem para dar.

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Se gostam de – Magia – enquanto espectáculo se calhar irão achar o filme muito interessante, pois toda a parte quase em ambiente -steampunk- passada nos bastidores do teatro é bastante curiosa.
Tenta também ter algumas cenas de acção, mas o filme é tão ligeiro em tudo que qualquer carga dramática que ainda poderia vir dessas partes fica logo anulada à partida, até porque as cenas de luta não têm grande interesse ou energia por aí além.

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CLASSIFICAÇÃO:

[“The Magician“] é competente em tudo o que faz, mas garanto-vos que daqui a uns dias já nem se lembram dele. É por demais mediano em tudo, as cenas românticas têm alguma magia ao inicio mas logo perdem a chama porque o tom se repete e por vezes a história parece estar presa numa espécie de telenovela televisiva ambientada séculos atrás e pouco mais.

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Se já viram tudo o que tenho recomendado de cinema romântico e procuram um título simpático, podem ver este filme pois não darão o tempo por perdido. Enquanto dura acompanha-se bem e até tem um final ambiguo algo interessante, mas não é um filme que irão querer voltar a ver. Não por ser mau, mas porque parece não ter grande ambição para além do que mostra.
Três tigelas de noodles. É bom e pronto. Nem mais, nem menos.

 

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A favor: o par romântico tem uma boa química, há alguns personagens secundários muito interessantes embora pouco explorados (o general guardião da princesa poderia ter sido excelente por exemplo), tem algum ambiente nas cenas românticas iniciais, as partes em que vemos os bastidores dos truques de magia  são interessantes, tem um par de paisagens muito bonitas.
Contra: o tom do filme é ligeiro por demais, não tem grande carga dramática nem cria particular empatia com o espectador, tenta misturar vários géneros de filme mas todos ficam a meio caminho, é um tipo de filme que logo se esquece.

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TRAILER

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt4471636

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Filmes “semelhantes” que lhes poderão interessar:

Shinobi The Promise capinha_curse-of-the-goldenflower The Myth

capinha_duelist capinha_an_empress_and_the_warriors capinha_the-classic capinha_bichunmoo

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Pohwasogeuro (71: Into the Fire) John H. Lee (2010) Coreia do Sul


Um par de amigos meus costumam dizer-me que não têm interesse nenhum em conhecer cinema oriental porque este nunca se comparará em escala e espectacularidade com o que sai de Hollywood e por isso os filmes nunca terão grande interesse.
[“71: Into the FIre“] é mais um bom exemplo de um daqueles títulos que poderia contrariar esta ideia na cabeça de muitas pessoas se muita gente não insistisse em ver apenas o que lhes é vendido nos centros comerciais, até porque prova uma coisa; não é necessário um orçamento megalómano de centenas de milhões de dólares para se produzirem filmes de acção numa escala épica.

[“71: Into the FIre“] foi produzido apenas por 10 milhões de dolares na Coreia do Sul, o que técnicamente quer dizer que não passa de um verdadeiro série-B quando comparado com o que costumam ser as centenas de milhões que se gastam em Hollywood para produzir o mesmo efeito.
Mas se isto foi produzido por 10 milhões de dólares eu nem quero imaginar como o filme seria se pudesse ter contado com um orçamento ao estilo Avatar !

Nunca tive grande fascínio por filmes de guerra. Quando era pequeno curtia aqueles clássicos americanos mas depois desinteressei-me do género. Não gostei particularmente do Saving Private Ryan de Spielberg pelo seu tom de panfleto patriótico e portanto durante alguns anos não prestei muita atenção ao que saia dentro desse tipo de filmes pois pensei que seria tudo mais do mesmo.
Até que me apareceram para frente dois filmes orientais que da noite para o dia mudaram a minha perspectiva sobre o cinema de guerra. Os fantásticos, “Brotherhood of War” e “Assembly” que foram provavelmente os filmes de guerra mais espectaculares que me passaram pela frente e com um nível de violência politicamente incorrecta que fez com que o filme de Spielberg de repente parecesse menos inovador do que se calhar realmente pareceu ser no ocidente.

Além disso, tanto “Brotherhood of War” como “Assembly” tinham uma alma no que toca a personagens humanos que ainda não tinham encontrado no típico filme de guerra. Não tiveram apenas as cenas de batalha mais impressionantes que alguma vez vi (também com orçamentos reduzidos) como acima de tudo contaram histórias personagens com que me importei e onde tudo não se resumia apenas aos bons-contra-os-maus.

[“71: Into the FIre“] é mais outro titulo Sul-Coreano que segue a mesma fórmula, o que não quer dizer que seja algo negativo. Poderá ser visto talvez como apenas mais um filme de guerra porque na verdade não contém nada que vocês não tenham visto antes, especialmente se já viram os dois titulos Sul-Coreanos que referi atrás, mas por outro lado foi buscar o melhor desses filmes e aquilo que perde em grandiosidade por força de ser um titulo de baixo orçamento, conseguiu compensar em personagens com que o espectador se vai identificando ao longo do filme.

Desde os herois cercados de inimigos por todo o lado, até inclusivamente ao excelente vilão do filme tudo contribui para que [“71: Into the FIre“] comece de uma forma entusiasmante e depois vá ganhando suspanse quanto baste até ao seu dramático e muito sangrento acto final.
O filme essencialmente conta a história de um grupo de alunos de uma escola Sul-Coreana que décadas atrás resistiram ao invasor Norte-Coreano barricados na sua escola á espera de uma ajuda que tardou em chegar.

Não há muito que se possa dizer mais sobre este título. Os personagens são excelentes, as cenas de acção conseguem ser espectaculares e muito sangrentas e dramáticamente funciona bastante bem pois aqueles personagens vão ganhando a nossa admiração.
Não posso deixar de destacar o personagem do general Norte-Coreano. Além de ter um carisma fantástico que rouba a atenção em todas as cenas que protagoniza, é caracterizado de uma forma bastante interessante e até algo ambigua, o que o humaniza quando se calhar para o filme resultar até nem precisava de ser mais que um bom boneco de cartão.

Quem gosta do cinema de Samuel Fuller ou Sam Pekinpah vai curtir muito o estilo politicamente incorrecto e o desenlace desta história. As cenas de batalha disfarçam muito bem o baixo-orçamento do filme e não há nada de verdadeiramente negativo em [“71: Into the FIre“].
Se gostam de cinema de guerra este é mais um título obrigatório. Se ainda não viram “Brothers of War” e “Assembly”, provavelmente vão ficar até impressionados com o realísmo das cenas de violência. Caso já tenham visto os outros filmes no entanto, tal como acontece comigo provavelmente não ficarão particularmente entusiasmados com esta obra, mas tenho a certeza que os irá divertir bastante se gostam do género.

Além disso consegue ser um filme político sem o parecer e pelo menos pelo que me apercebi trata bastante bem o tema da divisão da Coreia sem tomar realmente partido por qualquer um dos lados. Ás vezes parece ser um documentário de um qualquer reality-show pois a excelente realização consegue apagar-se por entre as cenas que são fcaptadas de uma forma perfeitamente natural e totalmente realística e por mais do que uma vez faz-nos esquecer de que estamos a ver apenas uma recriação histórica de um evento já com várias décadas.

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CLASSIFICAÇÃO:

Se já viram muito cinema de guerra Sul Coreano ou Chinés moderno, não irão ficar particularmente impressionados com  [“71: Into the FIre“]. No entanto é um excelente filme de guerra que devem adicionar obrigatóriamente á vossa lista de filmes a ver se gostam muito do género.
Quatro tigelas de noodles porque é muito bom. Não deslumbra, mas tudo o que faz, faz mesmo muito bem.

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A favor: é impressionante aquilo que se consegue fazer com um baixo orçamento que nos estados unidos nem chegaria para pagar a uma estrela de Hollywood, as cenas de guerra parecem mais épicas do que na realidade até são e todas as limitações técnicas estão muito bem contornadas para apresentar ao espectador mais um excelente filme de guerra, é muito sangrento e politicamente incorrecto quanto baste, contém um grupo de personagens que cria empatia com o espectador e inclusivamente o vilão é bem melhor do que precisaria de ser para que o filme funcionasse perfeitamente na mesma, tiros bombas e socos nas trombas com muito sangue e tripas quanto baste.
Contra: se já viram outros títulos de guerra produzidos recentemente pelo cinema oriental este filme poderá não os impressionar por aí além.

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NOTAS ADICIONAIS:

Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=Ud5g_aGxIEo

Comprar
Em DVD e em BluRay

Download aqui com legendas em PT/Br

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt1587729

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Taegukgi hwinalrimyeo (The Brotherhood of War/Irmãos de Guerra) Je-gyu Kang (2004) Coreia do Sul


Lamento o atraso na colocação de novas reviews, mas tenho andado muito ocupado a publicitar o meu trabalho de banda-desenhada (podem descarregar os PDFs GRÁTIS no meu website) e por isso apesar de ter visto inúmero cinema oriental nas ultimas semanas tem sido complicado arranjar tempo para escrever. Mas vamos a isto…

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Como eu tenho a mania de que não gosto particularmente de filmes de guerra, mantive este dvd na prateleira (literalmente) desde o último Natal pois apesar de o ter comprado na amazon.uk junto com mais um par de filmes orientais em promoção nunca tive muita vontade de o ver.
Agora que já o vi trés vezes em menos de cinco semanas, se calhar gostei mesmo muito mais disto do que alguma vez pensei que iria admitir.

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Antes de mais, se calhar é melhor dizer logo que este filme tem uma boa edição em dvd portuguesa e de certeza que ainda o encontram á venda nos cestos de promoções dos hipermercados e wortens, pois há alguns meses pelo menos aqui pelo Algarve eram aos quilos a menos de €5 na altura. E eu burro, nem assim comprei o filme, pois como já disse, parece que tenho a mania de que não gosto de filmes de guerra e não me apeteceu comprar o dvd.
Não sejam burros como eu e se encontrarem a edição portuga disto á venda sugiro que se joguem a ela pois ao contrário da edição inglesa que eu tenho, a portuguesa até trás extras e tudo. O que é de estranhar pois normalmente as edições portuguesas de cinema oriental são do piorio.

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Rezam as crónicas que este filme foi criado pela mesma equipa técnica que produziu o impressionante “Assembly” e deixem-me dizer-vos que se nota !
Aliás, eu que fiquei absolutamente surpreendido com a escala épica das cenas de guerra desse filme posterior, devo dizer que se calhar ainda prefiro as sequências de batalha neste [“The Brotherhood of War“] pois têm uma atmosfera diferente, bem mais dramática, sangrenta e estão cheias de momentos politicamente incorrectos que  não são habituais num filme de guerra made-in-hollywood.

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Enquanto em “Assembly” a guerra era representada de uma forma épica com centenas de soldados aos tiros em [“The Brotherhood of War“] a violência é mostrada quase isoladamente num estilo caso a caso, criando um suspanse e uma angústia permanente no espectador pela quantidade de sequências com muito sangue, lutas corpo a corpo, tripas e baionetas quanto baste. Neste aspecto, o filme cumpre totalmente enquanto cinema de guerra e vão poder ver nele muita coisa que nunca viram mostrada desta forma.

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Isto não quer dizer que não tenha também os seus momentos épicos com imagens fabulosas. [“The Brotherhood of War“] está cheio de sequências com milhares de soldados em cenas de guerra grandiosas que irão agradar até ao mais devoto fã do Soldado Ryan.
Todo o filme tem um sentido épico único, até mesmo nas cenas em que não existe guerra no ecrã, isto porque cheira a super-produção por todo o lado e em cada frame que vemos temos sempre uma orquestração de personagens e ambientes em grande escala que não desapontará quem gosta de histórias maiores do que a vida.

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Mas a grande mais valia de [“The Brotherhood of War“], está no facto de apesar de ser um filme oriental visualmente esplendoroso, nunca se esquece dos seus personagens.
Como sabem, quanto a mim um dos grandes trunfos do cinema oriental face ás modernas produções americanas está no facto dos orientais conseguirem sempre dotar de humanidade até o mais simples personagem e também aqui não é excepção, pois as sequências podem ser espectaculares mas muito dessa espectacularidade vem do facto de haver um grande suspanse perante o destino dos personagens, isto porque o espectador fica realmente a gostar daquelas pessoas.

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Outro grande ponto positivo é que em [“The Brotherhood of War“], não existem maus nem bons.
Aliás, duvido que este filme alguma vez pudesse ter sido produzido na América onde as audiências-teste ditam os resultados do que se vê no ecran.
Se [“The Brotherhood of War“] tivesse sido alvo de um desses testes, aposto convosco que mais de metade das audiências americanas a meio do filme já nem haveriam de perceber quem era o heroi.
E pior ainda, haveria de haver pessoas que ficariam muito baralhadas pois nesta história nada é o que parece e muitos dos twists de argumento em [“The Brotherhood of War“] seriam suficientes para fazer com que muita gente não gostasse do filme porque os herois “são maus”. Resumindo nesta história não há herois de guerra á americana e logo irão perceber o que quero dizer quando acompanharem esta história fabulosa.

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Estamos perante um grande filme de guerra, com guerra, mas também sobre a guerra e sobre o que esta pode fazer a pessoas simples quando são confrontadas com uma realidade da qual não podem escapar.
Custa-me estar aqui a escrever sem lhes revelar logo grande parte da história, por isso se calhar é melhor estar calado e não dizer muito mais. Apenas lhes posso garantir que [“The Brotherhood of War“] é tudo menos uma narrativa com uma estrutura previsível e é esse o seu grande trunfo.
Até mesmo quando parece que vai tomar o partido da Coreia do Sul e vilanizar a Coreia do Norte, o argumento volta a surpreender com um par de twists que os vão deixar agarrados á cadeira e a questionar tudo e mais alguma coisa a partir desse momento até ao final.

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Já agora uma nota muito positiva para a parte romântica da história.
Nunca paro de me surpreender como o cinema oriental consegue criar histórias de amor grandiosas recorrendo na sua maioria das vezes a pormenores minimalistas que quase nem se notam ou parecem ser particularmente importantes.
Em [“The Brotherhood of War“] a parte dedicada ao romance dos protagonistas nem deve ocupar ao todo dez minutos de ecran num filme que tem mais de duas horas e meia, no entanto se gostam habitualmente de cinema oriental romantico, sugiro que espreitem também este filme, mesmo até que nem gostem de cinema de guerra pois não se irão arrepender.
Há mais humanidade em 10 minutos de sequências emocionais envolvendo o pequeno romance dos personagens nesta história do que em muitas supostas histórias de amor saídas do mercado americano ultimamente e portanto posso garantir-vos que se procuram um bom filme de guerra com uma pitada (tão pequena que nem se nota) de romance quanto baste [“The Brotherhood of War“] é o vosso filme. Preparem os lenços de papel.

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Não posso deixar de falar também na fantástica banda-sonora deste filme asiático feito na coreia do sul. Na verdade não há muito para dizer, apenas que a música é perfeita para enquadrar todo o ambiente e faz um trabalho excelente na criação de emotividade em muitas sequências. Como tal se gostam de grandes partituras orquestrais épicas com um sabor melodioso intermédio vão adorar também a música que ilustra esta história.

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CLASSIFICAÇÃO:

Uma verdadeira surpresa e um dos melhores filmes com guerra que alguma vez vi. Provavelmente um dos melhores filmes de guerra de todos os tempos dentro do cinema comercial. Como blockbuster poderá ser uma obra prima do cinema oriental pela sua qualidade de entretenimento que não fica nada atrás do que melhor se produz na América.
Joga perfeitamente com um sentido épico de espectáculo que nos diverte, horroriza e ao mesmo tempo nos emociona ao longo das suas duas horas e meia que passam num instante sem darmos por isso.
Cinco tigelas de noodles e um Golden Award porque este é um daqueles filmes que merece ser revisto.

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A favor: é assim que se faz um filme de guerra, mais uma vez o humanismo da caracterização dos personagens, o excelente trabalho de todos os actores com destaque para os protagonistas inclusivamente o actor mais velho, as constantes reviravoltas da história, a total variedade das sequências de acção que nunca se repetem ao longo de todo o filme, os fabulosos efeitos especiais a todos os níveis, ultra-violento e cheio de sangue e balas quanto baste, completamente politicamente incorrecto nos dias que correm no que toca á caracterização de “maus” e “bons”, contém uma minuscula mas inesquécivel história de amor que culmina num dos pontos altos de maior suspanse em todo o filme e os fará roer as almofadas, a banda sonora é excelente, fotografia idem, tem um ritmo narrativo perfeito que nunca se perde num emaranhado de sequências de guerra e onde há sempre espaço para os personagens respirarem, há já algum tempo que não via um filme Sul Coreano com uma cena de despedida numa estação de comboios e já estava a sentir falta disto. Ninguém filma cenas de despedida com comboios como os Sul Coreanos !
Contra: não escapa aquele estilo épico comercial a que inclusivamente estamos habituados no cinema americano no entanto neste caso isto nem sequer é algo particularmente negativo…apenas não me lembro de mais nada verdadeiramente detestável para referir. O estilo “fofinho” habitual nas histórias de amor orientais pode enervar quem não pode com isso apesar desta até ser apenas uma breve sequência.

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TRAILER

http://www.youtube.com/watch?v=DCnyJZafn-w&feature=related


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Comprar
A edição de 1 disco que eu comprei foi esta. Aproveitem porque está a menos de 4 libras. 😉
Brotherhood [DVD] [2004]

Sem extras mas com uma qualidade fantástica a nível de som e imagem.

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0386064/

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Yeonae soseol (Lover´s Concerto) Han Lee (2002) Coreia do Sul


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Jack trabalha no McDonalds onde passa o dia a atender clientes ao som da última musica pop da Hanah Montana e vive uma vida saída de um teledisco onde tudo é jovem, muito cool e cheio de “rebeldia”. Claro que Jack também adora desporto e não perde um jogo de futebol americano na televisão.
Um dia Jack conhece Mindy e Cindy que por acaso entram no McDonalds para comprar Coca-Cola e imediatamente se apaixona por Cindy a mais tímida das duas raparigas. Tímida mas nem por isso menos na moda pois Cindy tal como Mindy envergam o último grito fashion teen. Mas enquanto Mindy apresenta-se com um estilo punk inspirado na melhor moda tipo geração rebelde, Cindy é o espelho da jovenzinha intelectual mas nem por isso menos sexy.
Num acto tresloucado de rebeldia juvenil Jack manda o patrão para o caraças ao mesmo tempo que debita uma daquelas frases emblemáticas para a câmara e cheio de estilo enceta uma perseguição pela cidade ao som de outra música pop enquanto segue as duas jovens que entretanto sairam do McDonalds mas entraram no Burger Ranch.
Quando as encontra de novo Jack em grandes planos de câmara lenta dá-se a conhecer de corpo inteiro de modo a que o espectador possa perceber bem que marca é que ele veste. Claro que o look boys-band do rapaz é suficiente para que Cindy imediatamente se apaixone por ele.
Então os trés começam a sair juntos, (ao som de mais música pop claro) e o inevitável acontece, claro que Mindy também se apaixona por Jack e surge o óbvio triangulo amoroso. Um dia Cindy apanha Jack a beijar Mindy e acaba tudo com ele.
Claro que Mindy estava só a curtir com Jack para fazer ciumes á amiga e este apercebendo-se disso resolve tentar fazer as pazes com Cindy que entretanto tinha ido parar ao Hospital porque estava muito deprimida por ter acabado o namoro.
Jack então faz-lhe uma serenata e diz muitas vezes “i love you”, esta cura-se de todas as maleitas e eles vivem felizes para sempre. The End.
Ao som de outra musica pop claro.

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A esta altura vocês já devem estar a pensar que eu me passei de vez.
Que isto de estar meses sem escrever no blog e a fazer banda desenhada me deu cabo da mona por completo.
Ainda não flipei.
Vou falar-vos de [“Lover´s Concerto“] e o que escrevi atrás tem uma razão de ser.
Se alguma vez houve uma obra oriental que espelha bem a extraordinária diferença entre um filme romântico com adolescentes made-in-Hollywood e um filme romântico com adolescentes feito na Coreia do Sul, então [“Lover´s Concerto“] é esse filme.

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Imaginem prácticamente a mesma história que lhes contei acima com os habituais tiques Hollywoodescos mas retirem-lhe todos os clichés que estão habituados a encontrar no cinema pseudo-romântico para adolescentes americanos e encontrarão uma história com uma identidade absolutamente real em que nos esquecemos por completo que estamos a ver actores a representar um papel.
Mesmo sendo um filme asiático que nem sequer tenta particularmente fugir aos habituais clichés dentro do próprio cinema comercial romântico Sul Coreano [“Lover´s Concerto“] é um produto com alma e desta vez nem sequer é por causa da história pois pessoalmente nem a achei particularmente interessante.

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Tem no entanto uma coisa extraordinária e que justifica plenamente a sua visão por quem gosta de cinema romântico sul coreano. O trio de protagonistas tem um carísma absolutamente perfeito e desde o primeiro minuto em que se encontram nos parecem pessoas reais e não os habituais adolescentes formatados para encaixarem em todas as étnias de modo a não insultarem nenhuma raça ao exclui-la da história.
Em [“Lover´s Concerto“] nenhum dos adolescentes nos parece um personagem de cartão.
Não falam de maneira cool a todo o instante, não se vestem para nos vender a roupa da moda e muito menos ouvem qualquer música pop para nos vender discos e nenhum deles tem um amigo (como personagem secundário) de uma étnia que esteja na moda não descriminar.

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Além disto, [“Lover´s Concerto“] difere também no próprio estilo de filme romãntico, pois na verdade por muito cliché que seja, acaba por contornar todos os lugares comuns ao apresentar o romance mais como consequência de uma grande amizade do que própriamente como sendo a habitual paixoneta teen ou o amor impossível menino-pobre-menina-rica que vemos nos produtos ocidentais.
Se alguma vez procurarem um filme romântico em que o verdadeiro amor representado no filme está na amizade das trés personagens que compõem um triangulo amoroso, não procurem mais longe.

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É uma história de amor oriental em que na realidade, o amor é quase secundário face á força da amizade que une os personagens e está aqui a força deste argumento.
Um argumento que nem sequer tem muito para contar, mas consegue fazer-nos pensar no que será verdadeiramente amar alguém sem precisar de nos espetar constantemente com esse tema de forma óbvia em diálogos de telenovela.
Os Sul Coreanos são mestres em fazer histórias de amor em que raramente se ouve alguém dizer “amo-te” e esta não é excepção.

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Ao contrário dos argumentistas Americanos, os Sul Coreanos parecem há muito ter descoberto que o espectador consegue mais sentir uma emoção contida num personagem do que sentimos alguma coisa ao assistir a intermináveis linhas de diálogo em modo histérico adolescente estilo telenovela que faz com que todos os supostos filmes românticos teen saídos de Hollywood sejam habitualmente intragáveis para o público mais velho.

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Quanto a mim uma das grandes virtudes do cinema Sul Coreano é a de conseguir produzir filmes românticos com adolescentes, para adolescentes, mas que contêm sempre muitas camadas (ás vezes até bem filosóficas) para além daquilo que seria de esperar e neste caso [“Lover´s Concerto“] não é excepção.
Não é de forma alguma a melhor história de amor oriental que poderão encontrar, mas poderá ser talvez a melhor e mais humana história de amizade/amor(?) entre adolescentes no mercado dvd dentro do estilo asiático.

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Também não será um grande filme Sul Coreano pois não tem nada na verdade que o distinga na sua realização de outros tantos produtos do género quase a roçar o estilo televisivo.
Se calhar por apresenta-nos um universo tão real que quase nos faz esquecer que tem um design de produção e muito trabalho de fotografia por detrás. Isso acaba por ser um trunfo mas também ao mesmo tempo será aquilo que o faz parecer um produto normal. No entanto é um daqueles filmes em que o realizador não teve problemas em desaparecer para dar lugar aos personagens da história.
Tirando os trés extraordinários protagonistas com os seus personagens humanamente perfeitos [“Lover´s Concerto“] não parece ter muito mais para nos deslumbrar. No entanto, acreditem, chega perfeitamente e é essa a sua mais valia.

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Tem inevitávelmente um twist na sua história, mas tenho que confessar que não me surpreendeu particularmente da primeira vez que o vi. Não porque o tivesse adivinhado, mas porque na verdade acho que nem reparei nele pois a segunda metade do filme torna-se algo fragmentada e se não estivermos com atenção podemos perder muito daquilo que seria o impacto final da história.
Um conselho…estejam muito atentos aos nomes dos personagens e decorem bem cada um. Isso ajudar-vos-á a seguir como deve ser o segmento final.

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[“Lover´s Concerto“] é um daqueles filmes orientais que recomendo pela sua humanidade a toda a gente que chega a este blog á procura de críticas sobre filmes românticos deste estilo, pois acreditem-me que vão gostar muito daqueles personagens. É uma história humanamente muito bem escrita e onde até nos consegue fazer sentir uma grande empatia pelo personagem mais terciário que se envolve lateralmente á história principal. E não posso dizer mais nada para não estragar o filme. Não é nenhuma surpresa mas é mais um daqueles pequenos momentos que enriquecem humanamente o argumento.

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Deixo-vos apenas com uma pequena nota triste. Uma das actrizes do filme, que vêem na foto acima suicidou-se há um par de anos surpreendendo toda a gente e deixando a Coreia do Sul em estado de choque. Segundo consta devido a uma depressão de amor, o que não deixa de ser curioso.

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CLASSIFICAÇÃO:

Um filme indispensável em qualquer dvdteca de cinema romântico Sul Coreano ou de cinema oriental em geral apesar de não ser uma obra extraordinária dentro de uma conotação mais cinéfila-intelectual-de-café.
É um filme asiático  simples, cheio de lugares comuns, mas que conta com trés dos melhores personagens adolescentes que poderão encontrar no cinema romântico oriental e é uma história de amizade perfeita que se calhar ainda fará pensar um espectador ou dois.
Ao contrário do que acontece nos filmes pseudo-românticos com adolescentes made-in-Hollywood [“Lover´s Concerto“] tem muita alma e irá agradar até ao público mais velhinho.

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A favor: o humanismo da história, a sua simplicidade é viciante, os personagens são totalmente carismáticos e parecem pessoas verdadeiras, o trabalho dos actores é extraordinário na sua simplicidade e esquecemo-nos por completo que estão a representar, a pequena história de amor paralela com uma das irmãs de um dos personagens principais resulta plenamente apesar da sua brevidade e extrema simplicidade, tem um twist fixe no final embora não seja nada do outro mundo, faz-nos pensar no conceito amizade/amor sem sequer meter “i love you” a todo o instante.
Contra: visualmente não tem nada de extraordinário ou sequer de muito cinemático, a segunda metade da história parece correr demasiado depressa e as motivações dos próprios personagens não nos parecem tão reais quanto na primeira metade, o final tem um tom estranho que faz com este pareça pertencer a um filme completamente diferente e com isso quebra bastante do impacto emocional que [“Lover´s Concerto“] merecia ter tido.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILER
http://www.youtube.com/watch?v=obdytjJPdDg

concerto10_capa

COMPRAR
Eu comprei esta. Não é propriamente uma edição espantosa a nivel de imagem mas tem um Dts excelente e um making off porreiro.
No entanto podem comprar a edição americana R1 se preferirem pois é exactamente a mesma com uma capa mais ocidental e um preço porreiro também quando convertido para Euros por exemplo.

IMDB
Não recomendo que espreitem o imdb antes de verem o filme, pois algumas reviews podem estragar-lhes todas as surpresas da história.

http://www.imdb.com/title/tt0328675/

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Outros títulos românticos recomendados:

Be With You My Sassy Girl Love Phobia

Il Mare The Classic Fly me to Polaris

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Il Mare, Windstruck e Cyborg She com legendas em PT


Descobri que o  blog Asian Space disponibilizou para download COM LEGENDAS EM PORTUGUÊS (do Brasil)  alguns dos filmes que tenho comentado.
Não vão poder contar com o mágnifico som DTS ou 5.1 original e infelizmente terão que ver os filmes só em Stereo 2.0.
Pessoalmente eu não trocava os originais em dvd por cópias em 2.0 mas quem precisa de legendas em Pt não terá grande escolha.
Sendo assim, recomendo que vão buscar os filmes para espreitar, mas olhem que neste mês de Agosto de 2010 a Amazon UK já tem muitos deles em excelentes DVDs a menos de 5 libras cada.

Il Mare
IL MARE” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.
Se gostarem recomendo vivamente a compra ou da edição simples (existem com muitas capas diferentes) ou da excelente caixa com 3 discos pois um deles contém a fabulosa banda-sonora do filme. Ainda há pessoal que desconfia de compras nos “Sellers” da Amazon. Não se preocupem, algumas das melhores compras e mais seguras que fiz foi através deles. Basta estarem atentos á sua classificação pois ninguém quer uma má reputação.
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WINDSTRUCK” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.

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My Sassy Girl
MY SASSY GIRL” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.

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CYBORG SHE” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.
A Amazon Uk, está com excelentes promoções de filmes orientais a preços muito baixos por isso recomendo vivamente que aproveitem para comprar agora o filme. Se gostam de viagens no tempo vão adorar.

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IN THE MOOD FOR LOVE” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.
Por outro lado, se já viram o filme e gostaram , é tão simples quanto isto e vocês sabem que têm que o comprar.
Aproveitem agora que a Amazon Uk, está com preços muito baixos para os filmes orientais.

Nunca houve melhor altura para comprar a excelente edição de dois discos carregada de extras do que agora !

Se dispensam extras também podem comprar o filme ainda mais barato na edição de um só disco.

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AN EMPRESS AND THE WARRIORS” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.

Este é um daqueles filmes que eu acho impensável não serem imediatamente comprados por que gostar do que vir. É certo que o podem sacar da net, mas se gostarem tanto dele quanto eu se calhar é melhor verem o preço fantástico a que este se encontra á venda na Amazon Uk. Se tudo estivesse a este preço, já nem a pirataria serviria para divulgar filmes.

Comprar o DVD na Amazon UK a um preço da chuva.

Comprar em BLU-Ray na Amazon Uk também a um preço fantástico.

Com preços destes (Agosto 2010) ainda pensam em sacar o filme apenas ?… 😉

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The Promise
THE PROMISE” que podem ir buscar AQUI mas antes leiam a minha review.
Mas têm a certeza que querem apenas sacar o filme ?
Já viram o preço a que está na Amazon Uk ?!!
Menos de 3 libras !!!
Se já o viram e gostaram, recomendo que o comprem imediatamente enquanto está a este preço.

E se preferirem em BLU-Ray, espreitem só este preço !
Se há um filme perfeito para este formato é sem sombra de dúvida “The Promise”, por isso meus amigos, se gostam de Fantasia não se contentem apenas com uma cópia foleira para download em som 2.0…vão por mim, vocês querem mesmo ver este filme com uma qualidade extraordinária.

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Natural City
NATURAL CITY” que podem encontrar AQUI mas antes leiam a minha review.

E para não variar…eu sei que sou suspeito, mas se gostaram de Blade Runner muito provavelmente vão querer ter esta autêntica versão oriental na vossa colecção, por isso meus amigos….aproveitem os preços da Amazon Uk .
Podem comprar agora o DVD na sua edição UK a um excelente preço da chuva. Aproveitem.

Como parece que este filme se está a divulgar por si próprio e muita gente já sabe da sua existência também já podem comprar a edição americana do Dvd se preferirem.

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RE-CYCLE” que podem encontrar AQUI mas antes leiam a minha review.

Se o quiserem comprar ( e deviam ), já existem boas edições do mesmo na Amazon americana e inclusivamente o DVD está bem barato.

Re-Cycle em DVD

Re-Cycle em BLU-Ray

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A Tale of Two Sisters
A TALE OF TWO SISTERS” que podem encontrar AQUI mas antes leiam a minha review.

Como já devem ter notado, este é para mim um daqueles em que é verdadeiramente um acto criminoso um gajo se contentar apenas com uma cópia sacada da net…se já o viram e gostaram então quase de certeza que o vão querer comprar…
Se ainda não o viram mas gostam de sobrenatural e de resolver enigmas, então eu quase que arrisco a dizer que se comprarem alguma coisa por impulso este ano, comprem este filme.

E escolhas não faltam, pois felizmente qualquer das edições inglesas do filme é fantástica.
Ainda por cima a Amazon Uk está com preços do outro mundo e é de aproveitar. 😉

A Tale of Two Sisters – DVD Edição de 1 disco.

A Tale of Two Sisters – DVD Edição de 2 discos.

A Tale of Two Sisters – BLU-Ray

Também encontram a mesmas edições na sua versão americana embora os preços aqui já sejam mais normais, mas sempre podem comprar nos States a versão DVD de 1 disco, a de 2 discos ou ainda igualmente o Blu-Ray.
Embora claro está eu recomende a baixa de preços na Amazon Uk.

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SO CLOSE” que podem encontrar AQUI mas antes leiam a minha review.

Mais outro DVD que practicamente está a ser oferecido na Amazon Uk neste mês de Agosto de 2010…
Já viram o preço disto ?
Para quê ficarem apenas com uma cópia sacada da net ?

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A Chinese Tall Story
A CHINESE TALL STORY” que podem encontrar AQUI mas antes leiam a minha review.

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CASSHERN” que podem encontrar AQUI mas antes leiam a minha review.

Outro filme em várias edições fantásticas a um preço estupidamente baixo na Amazon Uk neste verão de 2010.
Não é o meu filme favorito mas se gostam do género este é um daqueles que precisam mesmo de o ver em condições digitais a sério e não apenas numa cópia foleira sacada da net com som em 2.0.
Comprem o dvdzinho…está neste momento a menos de 5 libras a edição de 2 discos !!
Ou então fiquem com a edição de 1 disco por menos de 4 libras que também não ficam mal servidos.

Também podem adquirir a edição especial made in oriente em 3 discos que eu tenho. É quase um item raro mas parece que existem Sellers na Amazon que ainda a têm e a um preço excelente e tudo. Extras não legendados no terceiro disco.

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