Blood: The Last Vampire (Blood: The Last Vampire) Chris Nahon (2009) Hong-Kong/China, França


Devo confessar que se há uma coisa que eu gosto no cinema comercial moderno é de filmes franceses que tentam parecer-se com produções americanas á força toda. Daqueles que se colam á estética podre de chique gringa ao pior estilo cinema-de-super-herois made-in-hollywood onde tudo parece igual.
Só muda o design dos monstros que na verdade parecem-se todos com o mesmo boneco musculado saído de livros da Marvel onde só se altera a cor do uniforme de capítulo para capítulo.

Por isso eu gosto muito de cinema francês em estilo Hollywood porque falha redondamente em tudo o que pretende fazer para se colar ao estilo americano.
Não sei o que há com estas produções europeias, que apesar de fazerem sempre tudo bem e de seguirem á risca a cartilha pipoca americana a verdade é que eu acho que se espalham todas no resultado final.
Tudo o que é filme francês de acção moderno que se tenta colar ao cinema do outro lado do oceano atlântico acaba sempre por se ficar por um resultado estranhamente hibrido que nem é carne nem é peixe. O mesmo acontece agora com este [“Blood: The Last Vampire“] uma estranha co-produção entre a Europa e Hong-Kong em piloto automático estilo Hollywood.

Mais uma vez temos um filme francês que á força de querer parecer-se com um filme americano acerta ao lado em tudo e na verdade ainda bem que assim é.
Ainda bem porque é essa falta de pontaria constante do moderno cinema-clónico francês que lhe dá imensa identidade e transforma qualquer produção europeia de efeitos especiais e acção á bruta numa coisa mais interessante do que costuma acontecer com as pipocas pré-fabricadas americanas. Talvez porque a europa use moldes diferentes.
Por muito que se tente estragar um filme rasca na europa tentando imitar o plástico americano, pelo menos eu fico sempre com a sensação de que o resultado é sempre bem mais carismático e isso ajuda a salvar da banalidade muita coisa que de outra forma poderia tornar-se absolutamente insuportável.

Há qualquer coisa de bom num mau filme pipoca europeu quando este tenta imitar o cinema de Hollywood e melhor ainda quando além de tentar imitar o cinema americano tenta ao mesmo tempo parecer-se com cinema oriental em estilo Hong-Kong.
Por isso eu gostei bastante de [“Blood: The Last Vampire“].
Estamos na presença de um bom filme de acção totalmente braindead no sentido mais positivo do termo e que mesmo com tanta mistura de estilo consegue ainda assim manter uma atmosfera europeia com um sabor intenso a baguette francesa de que não se consegue livrar apesar da overdose de pirotécnica digital á americana e kung-fu com fios á la Hong Kong.

Além disso, fiquei bastante surpreendido por este titulo ser protagonizado pela minha “Sassy Girl” favorita do cinema oriental que parece ter escolhido este papel para se tentar projectar internacionalmente, que é como quem diz, mostrar que também poderá ser uma boa escolha para filmes mais …americanos.
Quase que custamos a acreditar que esta é a mesma actriz que protagonizou também “Il Mare” num registo que não poderia ser mais oposto.

E por acaso acho que esta miúda foi a escolha perfeita para este papel. Eu não conheço bem o anime original mas do pouco que vi do desenho animado, penso que Jeon Ji-hyun (aqui com o pseudónimo internacional “Gianna Jun”), está fantástica apesar de em muitas alturas sentirmos que não estará muito confortável com os diálogos em inglés.
Sim porque [“Blood: The Last Vampire“] é um filme francês co-produzido com a China a tentar imitar o cinema americano com diálogos tanto em inglés como em japonês protagonizado por uma actriz Sul Coreana… Confusos ? Não se preocupem a coisa resulta.

Muita gente ataca [“Blood: The Last Vampire“] por causa dos seus péssimos efeitos digitais, nomeadamente o sangue em bolinhas 3D Studio em efeitos nada especiais que parecem saidos de um render amador criado para uma introdução de um jogo da Playstation-One. Tudo verdade. É quase mau demais para ser real e damos por nós a pensar como raio é que alguém deitou cá para fora um filme com efeitos tão datados assim e pensou que poderia competir com o que de mais moderno se faz no cinema deste mesmo estilo em Hollywood.
Por mim, que se lixe. Sim, o filme tem efeitos atrozes e até ridiculamente amadores e sim, aquele demónio é mau demais para ser verdade mas desde quando é que maus efeitos especiais fazem um mau filme ?

[“Blood: The Last Vampire“] apesar de todo o emaranhado de influências visuais consegue no entanto ser um produto comercial muito bem executado e com uma realização segura. Penso que o realizador francês conseguiu aqui um trabalho com personalidade e fiquei com a sensação de que só não fez melhor mais por culpa do argumento do que por causa dos péssimos efeitos especiais que tanta gente contesta.

Quanto a mim, [“Blood: The Last Vampire“] tem uma primeira metade totalmente cativante. Sequências de acção divertidas, uma estética de comercial de shampoo que resulta, actores carismáticos e uma atmosfera visual que por momentos faz lembrar Blade Runner em certos aspectos, nomeadamente no ambiente nocturno.
Infelizmente , achei que a segunda metade do filme perdeu toda a piada. Não sei o que se passou mas a partir de certa altura parece que mudaram de argumentista e todo o desenvolvimento deixa de conseguir envolver o espectador. Isto porque a história deixa de ser interessante não apenas por se tornar ainda mais previsível mas principalmente porque tudo culmina num climax que não tem particular entusiasmo ou grande espectacularidade.

No entanto, eu gostei muito da primeira metade do filme. Abre com uma sequência entusiasmante, continua com alguns personagens carismáticos, situações digitalmente sangrentas bem divertidas e a coisa resulta até meio onde de repente se instala alguma monotonia geral até ao final embora os actores bem se esforcem para dar vida a um argumento já em piloto automático no pior dos sentidos.
Não que seja própriamente muito grave, mas a verdade é que achei que este filme merecia ter-se mantido muito divertido até ao fim e na minha opinião isso não acontece como deveria ter sido.

Se há uma coisa que me aborrece de morte no cinema estilo super-herois á americana é a banalidade do típico confronto final com o vilão e achei muito decepcionante que a única vez em que [“Blood: The Last Vampire“]  se parece mesmo com um filme de Hollywood seja precisamente naquela parte em que se calhar deveria ter-se parecido mais com um produto de Hong-Kong pois a sequência final aborreceu-me pela sua previsibilidade e total falta de interesse previligiando mais a pirotécnia digital do que o carisma dos personagens e a criatividade das sequências de acção.

De qualquer forma, [“Blood: The Last Vampire“]  é um produto pipoca divertido e que se recomenda a quem não pedir mais do que ver uma boa aventura com vampiros e uma heroína cheia de personalidade suportada por um bom elenco internacional onde se destaca Liam Cunningham um actor que por vezes parece estar a incoorporar o espírito do ainda bem vivo Jean Reno na construção do seu personagem de agente da CIA que estará algures entre o “Leon” e o “Enzo” presentes nos fabulosos filmes de Luc Besson.
Só é pena que acabe por ser desprediçado dentro do próprio argumento.

Muitos fãs do anime, não gostaram da personagem teenager americana que pelo visto foi inserida a martelo nesta versão da história porque acusam-na de existir apenas para agradar ao mercado americano. Pessoalmente eu gostei da rapariga. Acho que tem um personagem dinâmico e que conduz bem o filme por entre as sequências protagonizadas por Jeon Ji-hyun e ajuda até a actriz principal a brilhar pois evita que nos concentremos demasiado no inglés limitado da actriz Sul Coreana que apesar de conseguir fazer um excelente trabalho nesta sua estreia “internacional” esteve sempre um bocadinho limitada pela lingua inglesa para poder ir mais longe e conseguir carregar sózinha o protagonismo de um filme assim.

Por isso, resumindo, eu curti.

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CLASSIFICAÇÃO:

Um estranho hibrido entre filme comercial americano, cinema francês e estilo Hong-Kong que só não resulta totalmente porque o argumento perde-se na banalidade a partir da segunda metade do filme e tenta depender demasiado de maus efeitos especiais para o climax da história quando esta pedia mais atenção aos personagens talvez.
De qualquer forma é um produto pipoca muito divertido, com uma primeira parte dinâmica e cheia de personalidade, uma actriz Sul Coreana que parece não conseguir ser má até quando tem limitações de idioma contra ela.
Não é um filme pipoca brilhante, mas recomenda-se bastante.
Trés tigelas e meia de noodles sem problemas mas com muita pena minha pois [“Blood: The Last Vampire“] merecia ter sido bem melhor e a culpa disso nao ter acontecido não é dos maus efeitos especiais como muita gente parece achar, mas sim de um argumento que poderia ter sido bem mais imaginativo.

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A favor: o elenco é excelente com destaque para a protagonista Sul Coreana que dá tudo para conseguir fazer um bom trabalho num idioma que lhe é claramente dificil de dominar, a primeira metade do filme tem pinta e uma atmosfera visual excelente, a realização faz milagres em conseguir manter todas as diversas influências coerentes ao longo do filme, contém algumas cenas de acção estilo Hong-Kong divertidas.
Contra: a segunda metade do filme parece apagada, o climax do filme depende demasiado dos maus efeitos especiais digitais que percorrem toda a história, os vilões não têm carisma nenhum e em nenhum momento causam qualquer tensão na história por tudo ser tão banalmente previsivel e vazio na sua própria caracterização.

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NOTAS ADICIONAIS:

Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=Fk2L8Mgxd5Q

Comprar
Bem baratinho na Amazon Uk em DVD e em BluRay também.

Download com legendas em PT/Br

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0806027

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Filmes “semelhantes” de que poderá gostar:

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Oban Star-Racers (Oban Star-Racers) Savin Yeatman-Eiffel (Japão – França) 2006


Pelo logotipo que está na capa da edição portuguesa, esta série anime já foi emitida na SIC. Mas, até eu ter comprado os trés primeiros volumes que encontrei no fundo de um daqueles cestos de promoções da Rádio-Popular, nunca tinha visto isto pela frente.

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[“Oban Star-Racers“] a um primeiro olhar pareceu-me ser apenas mais um daqueles clones abjectos do Pokemon, mas o seu aspecto gráfico era bastante interessante e assim por 9€ acabei por comprar os 3 dvds que encontrei.
A primeira impressão é a de que isto certamente não passa de uma imitação infantil e rasca do conceito criado pelo George Lucas quando transpôs as corridas de quadrigas do Ben-Hur para um ambiente sci-fi e “inventou”  as corridas de Pod Racers para o “Star Wars – Episode One”.
Na verdade se Star Wars não tivesse existido se calhar , esta série também nunca teria visto a luz do dia, porque sim, a sua história gira mesmo á volta de corridas que poderiam ser realmente etapas galácticas da prova que vemos em Star Wars.

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Isto seria logo meio caminho andado para que [“Oban Star-Racers“] não fosse mais que uma sucessão daqueles episódios infantis em que a história basicamente se resume ao: – “o meu pião é mais forte que o teu”; e portanto comecei a ver a série preparado para apanhar uma seca descomunal convencido de que tinha deitado 9€ á rua.
Ainda por cima, nem gosto particularmente do Star Wars – Episode One e esperar que [“Oban Star-Racers“] fosse menos infantil parecia uma utopia.

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Por isso não estava nada á espera que [“Oban Star-Racers“] se revelasse como a série de qualidade que na minha opinião é. E olhem que não é fácil para mim dizer isto de uma série desenhada e pintada toda em digital. Pois a mim quem me tira desenhos pintados com pinceis verdadeiros e tintas daquelas a sério tira-me tudo; (eu por mais que tente não consigo aderir ao digital para criar as minhas ilustrações ou banda-desenhada pois sinto sempre que estou a enganar as pessoas).

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No entanto tenho que reconhecer que embora colorida “a Photoshop”, o resultado artístico de [“Oban Star-Racers“], apesar de não se livrar daquela aura plástica “artificial” conseguiu superar o que se costuma encontrar naqueles desenhos animados para putos de sábado de manhã que parecem todos ser produzidos á pressa e a metro. Isso não se sente de todo.
As paisagens presentes nesta série são excelentes, criativas, detalhas, bem coloridas e muito variadas. Além disso, as sequências 3D criadas no estilo “cell-shading” são absolutamente entusiasmantes e também perfeitamente integradas nas ilustrações 2d tradicionais.

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Também gostei do facto dos personagens terem um design que fica algures entre o Anime oriental e a Banda Desenhada Francesa/Belga. Aliás, tanto no aspecto dos bonecos como nos próprios ambientes quem que a história decorre, esta série por vezes faz lembrar uma das minhas banda desenhadas favoritas europeias, a saga de “Valerian – Agente Espacio Temporal“. Precisamente uma coisa que me agradou bastante nisto, foi o facto de me recordar mais a banda desenhada “Valérian” do que “Star Wars” apesar dos pod-racers serem o centro das atenções.
Curiosamente,  [“Oban Star-Racers“]  agora, tem muito mais sabor a “Valerian” do que a própria versão semi-Anime da própria banda-desenhada que saiu há um par de anos e é verdadeiramente atroz e desprovida de qualquer ambiente original da banda desenhada europeia.

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Em alguns momentos certas atmosferas e personagens de [“Oban Star-Racers“] têm um certo sabor aos desenhos de Mézieres que só lhe dá ainda uma melhor identidade e o distancia de um normal Anime televisivo onde hoje em dia parece que os bonecos saiem todos do mesmo molde. Estranhamente deve ser também o primeiro Anime em que os personagens humanos simplesmente não têm nariz, o que tem gerado inúmeras apreciações negativas em algumas reviews. Mas um tipo habitua-se.
Por isso nota alta para o design e geral aspecto gráfico deste produto televisivo.
Mas há mais.

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Logo no primeiro episódio fica-se imediatamente com a sensação de que há muito mais no seu argumento do que a palha para imbecilizar putos que esperariamos encontrar.
O primeiro episódio acabou e fiquei imediatamente com vontade de ver mais um só para saber o que acontecia a seguir.  Depois, como o segundo episódio acabou precisamente no melhor, claro está lá tive que ver o terceiro. Quando dei por mim já tinha visto os cinco episódios contidos no primeiro dvd e ainda bem que o disco não tinha mais nenhum porque já não teria dormido até ver o resto.
Nada mau para uma série para putos que há primeira vista parecia ser um vazio absoluto pois tinha tudo para não precisar ser mais do que uma colecção de sequências cool para impressionar pre-adolescentes amamentados a doses de jogos Playstation.
Nada mau mesmo.

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[“Oban Star-Racers“] surpreendentemente vai para além da sua premisa inicial.
As corridas espaciais estão lá, há sempre uma cena de acção em cada episódio mas inesperadamente tudo isto está presente para servir os personagens de uma forma que não costuma ser comum nas habituais produções contemporaneas para crianças.
No primeiro episódio ficamos com a ideia de que alguns dos personagens até parecem ter alguma profundidade mas ainda nos custa a acreditar.
Coisa que depois em episódios sucessivos acaba por se confirmar pois á medida que a história avança damos por nós a gostar bastante daquelas pessoas estilizadamente desenhadas.

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Não há muito mais que eu possa dizer para recomendar esta série sem lhes estragar o prazer da descoberta. É uma co-produção entre o Japão e a França, daí o seu estilo ambiguo mas que na verdade junta o melhor dos dois lados do mundo e onde nem a inspiração sacada ao “SW-Episode One” ou alguma estética videogame consegue estragar o resultado final que limpa o chão com todos os Pokemons do mundo.
E como tal:

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CLASSIFICAÇÃO:

Não será uma obra prima da animação televisiva, nem um daqueles Anime geniais, mas é definitivamente uma série televisiva altamente recomendada. Especialmente a quem tem crianças em casa e normalmente tem que gramar com intermináveis desenhos animados para putos debiloides que habitualmente inundam a televisão e as edições dvd.
[“Oban Star-Racers“] é suficientemente infantil para agradar ás crianças, mas não é um desenho animado que irá aborrecer de morte os adultos. Especialmente publico adulto que goste de ficção-científica.
Esta série está muito bem equilibrada e se por um lado as histórias parecem extremamente simples para que os mais novos gostem de acompanhá-las, na verdade têm bem mais camadas de profundidade do que aparentam á primeira vista e todo o produto tem muito para agradar a uma vasta faixa etária de público.
Se virem os primeiros trés episódios e não ficarem agarrados então isto não é para vocês. Se gostarem, estão lixados pois cada episódio tem apenas vinte minutos e acaba sempre no melhor, com um daqules “cliffhangers” ao estilo dos serials antigos e como tal nós temos mesmo de continuar a ver.
Quatro tigelas de noodles na boa porque é uma excelente série de animação sci-fi e suficientemente pequena para não durar para sempre com mais do mesmo, pois afinal só tem 26 episódios para concluir toda a história.
Recomendo vivamente.

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A favor: excelente ambiente, bons personagens que vão evoluindo ao logo de cada episódio, o argumento tem muitos níveis e pode ser apreciado tanto pelos mais novos quanto pelos mais velhos, ás vezes parece um trabalho de Myiazaki embora o veterano realizador não tenha nada a ver com isto, pequenas mas excelentes sequências de acção 3D, óptimo nível artístico 2D que com simples cenários consegue criar uma atmosfera perfeita, óptima variedade de cenários, a duração de cada episódio é de apenas 20 minutos mas nada se perde ou é desperdiçado, o suspanse que cada final de episódio suscita deixa-nos sempre com vontade de ver o próximo, tem um certo sabor a banda desenhada europeia que só lhe fica bem sem perder o estilo Anime.
Contra: não é por nada mas parece-me que a série não está toda editada em portugal…e visto que encontrei os trés primeiros volumes num cesto de promoções não me parece que venha a ser completada…acho.
De resto talvez a única coisa “negativa” seja o facto de apesar de tudo [“Oban Star-Racers“] ainda é uma série televisiva juvenil e como tal nunca se consegue livrar muito daquela estrutura ao estilo “o meu pod-racer é mais rápido que o teu”. No entanto garanto-vos que isto não é de forma nenhuma um impedimento para que venham a gostar menos deste produto que vale a pena espreitarem.

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NOTAS ADICIONAIS

Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=Qq1VPllZ9PU&feature=related

Genérico de episódio na versão francesa
http://www.youtube.com/watch?v=TIKQBNlwhHA

Comprar
Atenção: Pode ser impressão minha por só ter conseguido encontrar trés volumes á venda da edição portuguesa nos cestos de promoções, mas estou com a sensação de que esta série não estará toda editada em Portugal…
Como em Português só encontrei 14 episódios fiquei com a ideia de que a série estará incompleta aqui no nosso país.
Por isso se calhar não será recomendável comprarem a série mesmo em promoção como eu comprei porque não a terão na integra.
O que provoca aqui um problema…eu voltei a comprar isto mas comprei a edição inglesa.
Um pack muito bom com todos os episódios, mas se calhar se vocês tiverem crianças em casa não vão conseguir comprar isto porque como é óbvio a edição UK não tem a dobragem em português e como tal não vai servir para entreter os putos convenientemente…
Sendo assim, se tiverem crianças em casa, sugiro que tentem descobrir se a série está toda editada em Portugal, (o que deve rondar os 5 dvds).
No entanto se gostarem de animação de uma forma genérica e quiserem apenas seguir a minha recomendação, sugiro que comprem esta série na Amazon Uk. Ainda por cima está á venda a um bom preço no momento em que escrevo isto.

A edição UK contém um som 5.1 muito bom.
A edição portuga como habitualmente, contém apenas uma pista em stereo 2.0 na dobragem nacional.

cover

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0813808/

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