Superman ieotdeon sanai (A Man who was Superman/If I was Superman/A Man Once Superman) Yoon-Chul Jeong (2008) Coreia do Sul


Este é mais um daqueles filmes orientais de que me apetecia gostar mesmo muito.

O conceito é absolutamente simples mas cheio de potencialidades por explorar, os personagens prometem e as referências ao universo do Super-Homem são absolutamente deliciosas, particularmente os pormenores sacados ao filme realizado por Richard Donner com Christopher Reeve.

Infelizmente este é mais um daqueles filmes asiáticos que fica a meio caminho de tudo aquilo que poderia e deveria ter sido, por muitas e diversas razões que vou tentar resumir agora.
De qualquer forma também é bom começar por dizer que apesar da minha desilusão com o filme, [“The Man Who Was Superman“] é no entanto um daqueles obrigatórios não só para quem gosta do género dramático sul-coreano como principalmente para os fãs do Super-Homem.
Então se viram o primeiro filme com Christopher Reeve não podem perder “esta versão”  que apesar das suas muitas fraquezas tem ainda alguns bons motivos para que vocês o queiram ver pelo menos uma vez.

[“The Man Who Was Superman“], conta a história de um homem que anda pelas ruas de uma cidade Sul Coreana convencido de que está em Metropolis e é nada mais nada menos que o próprio Super-Homem.
Sendo assim, o seu dia-a-dia é passado tentando ajudar as pessoas que encontra ao mesmo tempo que procura super-vilões e ainda tem tempo para salvar o planeta agindo de forma ecológica, obrigando as pessoas a não despejar lixo no chão entre outros feitos heroicos.

O filme segue a relação deste personagem com uma jornalista frustrada que a princípio pretende aproveitar-se dele para realizar um documentário sobre o pretenso Super-Homem e ganhar uns cobres com a estação de TV local, mas depois aos poucos começa a ver-se envolvida com o misterioso homem quando o passado trágico daquela figura trágico-cómica se começa a revelar.

Os minutos iniciais de [“The Man Who Was Superman“] são absolutamente geniais. Tudo aquilo que envolve a caracterização do “Super-Homem” é não só completamente divertida, mas principalmente fascinante  e não conseguimos tirar os olhos desta história.
O actor que faz de “Super-Homem” não só consegue incoorporar por completo o personagem como principalmente compõe a melhor imitação de Christopher Reeve que poderão encontrar pela frente.

O que não deixa de ser extraordinário em muitos sentidos, pois a meio do filme quase que nos esquecemos que estamos a ver um “Super-Homem/Clark Kent” de traços orientais tal é a genial caracterização que o actor consegue produzir a partir de todas aquelas referências que conhecemos dos filmes de Richard Donner dos anos 70.
Se [“The Man Who Was Superman“] dependesse deste Super-Homem para ser um filme fantástico, eu dava-lhe já a nota máxima.

Infelizmente, todo o genial trabalho de composição do actor acaba por se perder um bocado pelo meio do filme á medida que a história avança e é mesmo pena.
Culpa de um argumento que nunca consegue criar uma transição fluida entre a comédia e o drama, pois o registro do filme muda de um segundo para o outro e é por demais errático ao longo de toda a estrutura da história o que cria no espectador uma constante incerteza sobre que tipo de história está a ver pois nunca há uma transição bem conseguida entre géneros e ás vezes temos a sensação que estamos a ver dois filmes diferentes remendados um ao outro.

Isto faz com que as partes humoristicas (ou de homenagem) não tenham tempo para respirar e criar uma identidade e também retira algum interesse á parte dramática pois o filme balança demasiado bruscamente entre os dois géneros. É bastante complicado explicar isto melhor, mas quando vocês virem o filme vão perceber o que quero dizer.

Quando a história entra pela gradual revelação sobre o passado do personagem principal, o conceito á volta do “Super-Homem” parece algo abandonado como se este tivesse apenas servido para introduzir o filme e pouco mais.
[“The Man Who Was Superman“] primeiro fascina-nos com todas as referências ao super-heroi, cria a personalidade do personagem central com base nesse material mas depois a meio do filme retira-nos essas referências do centro da história e a coisa entre por um estilo de drama clínico, frio, algo esterelizado e nem a presença da personagem feminina consegue amenizar a sensação de que de repente estamos a ver um filme diferente.

E por falar em personagem feminina, quanto a mim uma das grandes fraquezas do filme está precisamente nos personagens. Talvez seja da fascinante caracterização inicial do personagem principal no inicio do filme, mas a verdade é que (talvez comparadas com ele) todas os outros personagens nos parecem desinteressantes e algo antipáticas.
A inevitável ligação romântica do filme não resulta plenamente porque nem a miúda do filme nos atrai particularmente, talvez fruto de uma caracterização que se foca demasiado no estilo rebelde e não passa daí o que lhe dá uma dimensão algo limitada.

Percebe-se que a ideia seria criar uma Lois Lane oriental, mas quanto a mim á força de a quererem caracterizar como mulher independente os argumentistas acabaram por se esquecer de a humanizar ao mesmo nível que trabalharam o personagem do “Super-Homem”.
No entanto, estas fraquezas estão todas principalmente nos 50 minutos centrais do filme, como se depois de um inicio fantástico os autores da história não tivessem sabido bem o que fazer com o resto da ideia.
[“The Man Who Was Superman“] tem um inicio excelente, uma parte central desajustada fria e desinteressante (mesmo apesar da gradual revelação sobre a identidade do misterioso “Super-Homem”) e um final muito bom que quase alcança o mesmo nível do inicio do filme.

Só não atinge o interesse e a qualidade inicial, porque entra por um registro completamente óbvio no que toca ao estilo de sequências de acção com ambiente dramático e por isso, ainda o filme tem pelo menos 20 minutos para acabar e já o espectador imagina o que acontece em cada minuto seguinte. Afinal quantas cenas com incêndios é que todos nós já vimos ? A cena final não é excepção e por isso não vão encontrar nada que mantenha qualquer suspanse nesta sequência e é pena.

Mas, apesar da previsibilidade da sequência de acção final, subitamente o filme ganha vida.
De repente até nos identificamos com a tristeza de “Lois Lane” e o resultado final do acto de heroísmo do “Super-Homem”  parece-nos digno de nos fazer sentir algo mais do que decepção com o rumo que o filme tinha tomado na sua parte central.

Resumindo, a parte final salva o dia e se gostarem dos primeiros vinte minutos da história, vão adorar o desenlace da mesma, com destaque para os segundos finais que encerram o filme, pois regressam todas as referências á obra de Richard Donner e [“The Man Who Was Superman“] acaba de uma forma muito bonita, deixando-nos com a sensação de que acabamos de ver uma história que poderia ter sido um clássico instantâneo e um verdadeiro filme de culto á volta do mundo dos Comics e no entanto algo se perdeu pelo caminho.

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CLASSIFICAÇÃO:

Uma oportunidade perdida.
Poderia ter sido bem melhor mas perdeu-se um bocado porque não soube aproveitar a imaginação do conceito inicial.
No entanto se gostam do Super-Homem, este é um dos melhores e mais originais filmes sobre o universo dos super-herois que poderão encontrar e sendo assim vocês precisam mesmo de ver isto porque independentemente das suas fraquezas é apesar disso uma boa tentativa de se criar um produto original.
É um bom filme, nem mais, nem menos. Não os vai maravilhar mas é uma boa maneira de passarem algum tempo em frente ao ecran.
Trés tigelas de noodles. Acrescentem mais meia por vossa conta se gostarem mesmo muito do Super-Homem ou do universo dos comics americanos.

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A favor: o trabalho do actor principal na caracterização do “Super-Homem/Clark Kent” é fantástico, o espírito de Christopher Reeve deve andar por este filme, os primeiros vinte minutos da história são muito cativantes, as referências ao universo do Super-Homem são excelentes e muitas estão escondidas em pequenos pormenores, a ligação com o filme de Richard Donner presta-lhe uma boa homenagem (tem a “nave estrela” do filme e tudo), tem um bom final apesar de previsível, apesar de ser um produto mediano por culpa da falta de imaginação no desenvolvimento do coração do filme é um filme que fica na memória, ainda consegue ter um mini-twist curioso no final, apetece-nos gostar muito mais dele do que na realidade podemos gostar.
Contra: não se define enquanto género pois não é uma comédia um drama ou um filme romântico mas ao mesmo tempo é tudo isso sem conseguir manter uma identidade ao longo da sua duração, parece maior do que na realidade é e isso nunca é bom sinal, os personagens secundários não são particularmente cativantes, a parte central do filme acaba por se tornar aborrecida porque o registo da história não soube equilibrar bem entre o humor e o drama, a “Lois Lane” não cativa, a parte romântica nunca alcança um registo emocional que a história merecia, o “Super-Homem” desaparece demasiado da história em determinados momentos quando todo o fio condutor deveria ter seguido o registo inicial na minha opinião, as partes de suspanse no final do filme são absolutamente previsíveis e perdem algum do impacto.

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NOTAS ADICIONAIS

Trailer
http://www.youtube.com/watch?v=-qFG-XO56Ss&feature=related

Comprar
http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7h-49-en-15-a+man+who+was+superman-70-37uw.html

Ver na Web
http://asianspace.blogspot.com/2009/06/man-who-was-superman-2008.html

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt1119199/

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Outros títulos românticos recomendados:

Be With You My Sassy Girl Il Mare The Classic Fly me to Polaris

Love Phobia concerto_capinha_73x cyborg_she_capinha_73x

ditto_capinha_73x midnightsun_capinha my_girl_and_i_minicapinha

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Parang-juuibo (My Girl & I) Yun-su Jeon (2005) Coreia do Sul


Hoje está a apetecer-me estragar-lhes um filme todo.
Vamos então começar esta review de uma maneira diferente.

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[“My Girl & I“] conta a seguinte história. Dois pontos:
Algures num liceu da Coreia do Sul um rapaz apaixona-se por uma colega de turma e vivem dias de felicidade até ao momento em que a rapariga adoece gravemente com leucemia e morre, fazendo com que o rapaz mesmo passados muitos anos nunca consiga esquecer aquele primeiro amor até aos dias de hoje.
Acabou o filme.

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Agora que já lhes estraguei todas as surpresas da história e lhes revelei a parte central do seu argumento, já podemos deixar para trás esse pequeno pormenor pois como dizia a outra senhora – isso agora não interessa nada.
Se procurarem pela net, irão ver que muita gente ficou decepcionada com [“My Girl & I“], acusam o filme de não ter um pingo de imaginação e de ser o habitual pastel lacrimejante formulático dentro do género romântico-teen Sul Coreano onde nem falta o final com a rapariguinha a morrer de leucemia para fazer chorar as plateias.
Até podem ter razão mas, na minha opinião penso que o facto de apenas terem olhado o filme por esse prisma os impediu de perceber (e sentir) que na realidade [“My Girl & I“] apesar dos clichés tem no entanto algo mais para dar ao espectador.

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Tal como em “Fly Me to Polaris“, também aqui este realizador conseguiu criar um produto com muita identidade e cheio de personalidade usando apenas material do mais piroso e previsivel que lhe caiu nas mãos.
Nas mãos de outra pessoa, um argumento tão vazio quanto este poderia ter dado origem a mais um filme oriental banal mas penso que isso não aconteceu de forma alguma, pois tudo aquilo que tem em falta no seu argumento, é plenamente compensado pelos detalhes do mesmo.
Este não é um filme oriental para ser visto pela história, embora esta nem seja má de todo pois está bem executada mas é uma obra para ser disfrutada pela atmosfera.

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Tal como um bom poema se pode definir pela sua alma, construção frásica e uma boa dose de emoção genuína que toque o leitor nos locais certos mesmo que o texto tenha por tema uma aparente banalidade qualquer, também em [“My Girl & I“] o que conta são os pequenos pormenores que lhe dão aquilo que falta na história, como se esta fosse apenas uma tela onde o que conta são os detalhes e não o que aparenta lá estar á primeira vista.
Isto é dificil de explicar, mas esta história sente-se precisamente pelos pequenos toques de magia aqui e ali ao longo do filme e que compensam plenamente a banalidade e previsibilidade do que se passa na vida dos personagens.

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Não há nada aqui que não tenha já sido visto antes no cinema asiático, pois parece um cruzamento entre “The Classic” com “Il Mare“, “Fly Me to Polaris” e mais um bocadinho da tristeza e melancolia de “The Floating Landscape” visto que “rouba” cenas a todos eles. No entanto consegue apesar de tudo ter uma identidade própria por estranho que pareça, muito graças a sua excelente fotografia e atmosfera juvenil contagiante.
Para começar, quem gosta de filmes passados á beira-mar vai adorar o ambiente de [“My Girl & I“].
As paisagens costeiras fazem lembrar a atmosfera de filmes como “The Big Blue/Le Grand Bleu” o fabuloso épico aquático-intimista de Luc Besson e todo o filme tem paisagens naturais absolutamente lindissimas. Estranhamente não se encontram fotografias nenhumas dessas imagens de [“My Girl & I“]  na net por isso terão de confiar no que lhes digo. Se gostam de mar, têm aqui o filme com o fundo perfeito para vocês.

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Aliás atmosféricamente falando, macacos me mordam se [“My Girl & I“] também não faz lembrar o melhor de coisas como “O Verão Azul” pelo seu ambiente juvenil muito natural e onde o drama e a comédia se equilibram perfeitamente por entre paisagens junto ao mar, farois e pores-do-sol quanto baste.
Para este resultado muito contribui também o trabalho do realizador que entre um estilo câmara na mão quase documental e o mais tradicional nos dá alguns dos melhores enquadramentos de paisagens naturais no cinema comercial Sul Coreano, talvez desde “Il Mare” onde cada detalhe da natureza é usado para criar autênticos retratos em movimento.

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Portanto quando temos um filminho Sul Coreano tão simpático assim e ainda por cima, este nos dá belíssimas imagens muito bem enquadradas a todo o instante quanto a mim é absolutamente redutor atirar pedras a [“My Girl & I“] só por causa da sua história previsível e por ser um romance teen.
Afinal o cinema não é só a história de cada filme e neste caso quanto a mim, estamos na presença de mais um daqueles raros produtos ultra-ultra-ultra comerciais que no entanto funcionam plenamente não só enquanto história de amor para e com  adolescentes mas também para quem procura um pequeno filminho cheio de alma e onde a poesia está onde menos se espera.

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E mais uma vez, estamos na presença de uma história de amor que acaba por nos tocar sem precisar de meter “i love you” a todo o instante na boca dos personagens.
Curiosamente vocês provavelmente não sabem, mas [“My Girl & I“] é um remake de outro filme. Um filme japonês intitulado “Crying Out Love in the Center of the World” e que segundo consta foi um êxito estrondoso no Japão, também por adaptar um dos livros românticos mais famosos por aquelas bandas.
Por isso…não deixa de ser interessante, agora o remake ser acusado de falta de originalidade quando no fundo parece que a fórmula Sul Coreana para cinema romântico, também parece ter ido beber ao mesmo texto japonês anos atrás.

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Irei em breve falar aqui também de “Crying Out Love in the Center of the World” e só não o fiz ainda porque preferi começar pelo remake Sul Coreano. Na verdade acho que ainda não cheguei a conclusão nenhuma sobre o original pois ao contrário deste [“My Girl & I“], pareceu-me ter demasiados tiques de cinema de autor que seriam excusados e por isso apesar de agora o seu remake Sul Coreano ter aligeirado o tom e tornado toda a história mais comercial, penso que ganhou pontos em relação ao original que na minha opinião parece levar-se demasiado a sério.

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Onde este remake fracassa em absoluto é naquilo que é o coração de “Crying Out Love in the Center of the World“. Quase no final da história um dos momentos altos é uma simples cena de um beijo dos protagonistas através de uma cortina de plástico transparente. No filme original essa sequência subitamente dá vida a um filme que até aí nos parecia demasiado estéril e consegue fazer-nos gastar lenços de papel, fronhas de almofada e rolos de cozinha em breves segundos.

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Coisa que não acontece minimamente em [“My Girl & I“] e deveria ter acontecido. Essa importante cena no remake que supostamente seria o ponto alto do filme nem sequer é particularmente tocante e achei isso muito surpreendente, sendo a única coisa que realmente me decepcionou. Especialmente porque ao contrário do original japonês, [“My Girl & I“] tem dezenas de pequenos momentos poéticos e emotivos espalhados ao longo das imagens e por isso esperava  mais da cena mais importante em toda a história, porque toda essa envolvência ao longo do filme parecia estar a conduzir o espectador até esse momento.

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No entanto, apesar desse pormenor, [“My Girl & I“] compensa plenamente essa falha em tudo o resto e sendo assim na minha opinião é mais um daqueles filmes orientais que deve fazer parte da dvdteca de quem gosta de cinema romântico sul coreano e onde os adolescentes não são mostrados como imbecis a todo o instante.
Não é Cinema com “C” grande, não vai mudar o mundo, não anda a ser recomendado por toda a gente, mas é um pequeno (quase grande) filme cheio de poesia visual e com uma atmosfera fantástica completamente recomendável a todos vocês que parecem triplicar-me as visitas ao blog sempre que eu coloco aqui uma review de um filme romântico oriental.
Por isso, meus amigos se quiserem mais um filminho asiático bonito pura e simplesmente, na melhor tradição do novo cinema comercial oriental SuL Coreano sem mais nem menos nem pretenções a grande obra,  atirem-se a este também.

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CLASSIFICAÇÃO:

Mais um daqueles filmes orientais aparentemente banais na sua forma, embora cheios de pequenos momentos com muita  alma e como tal recomenda-se em absoluto apesar de ser um auténtico plágio dos melhores e mais conhecidos filmes românticos Sul Coreanos. Mas não é que resulta ?
Não será um grande filme asiático e é cinema ultra comercial por isso se tiverem algum problema com isso não irão gostar deste.
Curiosamente não gostei muito do filme quando o vi pela primeira vez, mas fiquei sempre com vontade de lhe dar uma segunda oportunidad e ainda bem que o fiz pois cada vez que o revejo parece que descubro nele mais um pormenor que me agrada. Pessoalmente recomendo-o sem qualquer reserva, pois este é um daqueles tão simples e ingénuos que se torna absolutamente cativante.

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A favor: a atmosfera visual é máginifica, excelentes enquadramentos e um uso perfeito das paisagens naturais, está cheio de pequenos pormenores poeticos apesar dos clichés, tem um sabor a Anime apesar de não ser um desenho animado pois alguns dos personagens parecem bonecos de um Manga, a banda sonora é fofinha e por isso perfeita (apesar das músicas em inglés no trailer (?!)), é um remake quase fiel ao original japonês e na minha opinião o facto de ser bem mais comercial enquanto filme só lhe faz bem.
Contra: A história de amor secundária envolvendo o avô do protagonista parece um plágio de “The Classic” onde nem falta a cena da despedida no comboio, o filme deveria ter tido mais dez minutos para desenvolver esse segmento secundário pois sente-se ali a força que deveria ter tido e não foi utilizada (mas não se deixem desmoralizar por isto pois essa parte dá imensa vida ao filme apesar de tudo), a sequência do beijo através da cortina de plástico não tem nem sequer metade do impacto e da emoção presente no filme original japonês de que este é um remake.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILER
http://www.youtube.com/watch?v=2xv8v1eNk5Y

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COMPRAR
Podem comprá-lo também na Play-Asia como de costume numa edição também baratinha.
http://www.play-asia.com/paOS-13-71-7h-49-en-15-my+girl+%26+i-70-1czl-43-9.html

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0488177/

Podem vê-lo online neste site que contém alguns filmes para verem na net de borla.
No entanto, não recomendo que o façam pois este filme tem muito a ganhar quando visto num ecrã a sério e não deve ser de forma alguma visto num browser.
http://www.koreanmovie.com/My_Girl_and_I_movie_videos280/

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Outros títulos românticos recomendados:

Be With You My Sassy Girl Il Mare The Classic Fly me to Polaris

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ditto_capinha_73x

Natural City an_empress_capinha_73x The Promise

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As Aventuras do Príncipe Ziph – BD completa com 200 páginas


Olá a todos, demorou mas parece que consegui e a minha banda-desenhada de fantasia está finalmente terminada.
Após cinco anos a desenhar,deixo-vos o resultado final da minha Bd a ser editada em breve no formato hardcover.
Poderão encontrar mais detalhes sobre o projecto nas páginas finais do livro quando clicarem na capa.

Nota: as pranchas que agora podem ler se clicarem na capa acima, são de uma versão ainda não totalmente corrigida por isso poderão encontrar algumas gralhas ortográficas ou letras em falta.
A versão final que enviei agora para impressão do livro já se encontra sem problemas.
Se tudo correr bem esta Bd, estará  á venda na Amazon.com dentro de algumas semanas.

Sendo assim, eu sei que isto não tem a ver com cinema oriental, mas…como terminei a Bd, isso significa que dentro de alguns dias estarei de volta aqui ao blog com novas reviews de cinema asiático.
Entretanto vão lendo a minha bdzinha fachavor e têm muito para ler afinal são 200 páginas desta coisa. 😉

Luis