The Forest (The Forest) Jason Zada (2016) Usa/Sérvia/Japão


Se há uma coisa que acabou de vez com o cinema de terror norte-americano foi esta tendencia dos ultimos anos em que os filmes do género saídos de Hollywood têm de ser fabricados para todos os públicos e serem obrigatóriamente PG-13 para não assustar as criancinhas.
[“The Forest“] é portanto o típico exemplo desta moda.
[“The Forest“] é assim, um filme de terror que não mete medo absolutamente nenhum.

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Por esta altura já devem estar a perguntar-se porque raio estou a falar de [“The Forest“] , neste blog. Bem, há várias razões que me levam novamente a esticar aqui o contexto da página; (tal como já aconteceu antes com por exemplo “The Messengers“, um bocado pelo mesmo motivo).
Neste caso o realizador não é oriental, a produção principal é norte americana, mas é uma história ambientada no Japão; (filmada em parte no Japão), com um elenco japonês em practicamente todos os papeis secundários (onde se fala Japonês) e é também um filme sobre a misteriosa Floresta Aokigahara localizada no sopé do monte Fuji, onde milhares de Japoneses se dirigiram para cometer suícidio ao longo de várias décadas.
[“The Forest“] enquanto filme, apesar de todas as suas falhas consegue desde logo algo que eu não esperava; tem ambiente e em alguns momentos poderia muito bem ser cinema de terror Japonês. Aliás, aí sim teria sido certamente arrepiante como o raio.

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Há outro motivo pelo qual eu achei interessante destacar o filme agora aqui, mas ficará para daqui a pouco mais à frente e já vão perceber porquê.
Ainda bem que eu não vi o trailer antes de ver [“The Forest“], pois se o tivesse feito certamente não teria tido qualquer interesse em ver o filme, especialmente depois da sucessão de banalidades que aparece na apresentação.
A julgar pelas reviews que tinha lido, [“The Forest“] não carregava propriamente grande reputação e portanto também eu fui ver isto já preparado para desancar forte e feio neste título. Principalmente por não meter medo ao menino Jesus. E isso é o pior que pode acontecer a um filme que supostamente deveria ser de terror. Ainda por cima com um tema destes.

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Agora que vi o trailer depois de ter visto o filme, constato que pelo menos umas cinco ou seis sequências que aparecem na apresentação felizmente nem sequer fazem parte da montagem final do filme. Óptimo !
Quem resolveu cortar essas cenas que se revelam imediatamente formuláticas e banais no trailer, fez muito bem pois [“The Forest“] só ganhou com isso.
Portanto, se virem o trailer, não se preocupem; não tem spoilers, até porque muito do que aparece lá não entra na versão de cinema e o filme segue uma linha algo diferente; linha essa que me surpreendeu agradavelmente.

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Em vez de criar um clima de terror, [“The Forest“] parece achar que meter medo é igual “a pregar mais um daqueles sustos” (sem tensão nenhuma) com o som MUITO ALTO de cinco em cinco minutos, como manda a cartilha das pastilhas elásticas hollywoodescas sem um pingo de inspiração.
Este filme está cheio de cenas daquelas que supostamente deveriam ter uma grande tensão mas a gente já sabe exactamente que tipo de susto vem a seguir e pior, quando é que esse susto “inesperado” vai aparecer !
Olha, mais um. Booo !
Ai que medo. Que terror.
Vários sustos que aparecem no trailer não fazem parte do filme, o que mais uma vez é positivo, pois o que sobra já é por demais infantil e desinspirado em termos de clima de pseudo-terror.
Então mas onde é que isto funciona ?

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Bem, [“The Forest“] a partir do momento em que o espectador percebe que isto é terror para crianças, baseado em saltos com SOM ALTO e máscaras de látex para mortos-vivos de plástico que aparecem “subitamente” por tudo e por nada ; há aqui uma boa história algures.
Tivesse este titulo sido apresentado como sendo um thriller de mistério e não como filme de terror e se calhar muitas das reviews que agora o arrassam por completo tinham reparado nas suas qualidades.
Porque as tem.
[“The Forest“] além de trabalhar bastante bem o enigma sobre o desaparecimento da irmã da protagonista, tem um certo sabor a filme de aventura que lhe dá uma aura especial.

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Para começar eu que pensava que ia ver mais outro daqueles filmes com gente a correr às escuras por florestas durante a noite perseguida por psicopatas, zombies ou fantasmas em geral, surpreendeu-me o facto de [“The Forest“] se passar na sua grande parte durante o dia. E é aí que funciona melhor enquanto thriller de mistério. Não quero aqui detalhar o porquê, porque se virem o filme vão gostar de perceber qual o rumo do argumento e acompanhar a forma como cria permanentes pequenas reviravoltas que nos deixam incertos sobre o destino dos personagens durante largos minutos.

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Normalmente neste tipo de cinema de “terror” para crianças PG-13 a coisa não passa de uma contagem decrescente em termos de cadáveres até que sobra uma pessoa; acontece que em [“The Forest“] essa fórmula tem alguma substância mais e eu não estava à espera que o argumento tivesse tido esse cuidado. Não só os personagens são interessantes, como ainda damos por nós a torcer por eles, o que não é mau de todo para um filme de terror que falha redondamente em assustar quem quer que seja.

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Não mete medo, mas olhem para isto como um thriller e vão perceber que a intriga funciona bem, inclusivamente até à revelação final em jeito de cinema sul-coreano, que embora simples me apanhou de surpresa, pois não me apercebi logo da coisa no momento.
Portanto [“The Forest“] recomenda-se, não como cinema de terror, mas como um bom filme de mistério com muitos “sustos” parvos à mistura, mas que nem por isso estragam o tom enigmático que funciona muito bem graças aos personagens cativantes. O que para um filme americano a tentar colar-se ao género japonês, até nem está mau de todo.

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Agora o que eu não esperava era que me apetecesse ver isto duas vezes e há uma boa razão para vocês depois também o fazerem; mesmo que não gostem por aí além do filme. E já explico mais à frente (na parte dos *spoilers*) o porquê.
Para já deixem-me recomendar isto da forma habitual.

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CLASSIFICAÇÃO:

Esqueçam que isto é suposto ser um filme de terror. Como thriller de mistério funciona bem a vários níveis e não é de todo o mau filme que muita review por aí pinta para grande surpresa minha. Gostei muito de o acompanhar, gostei de várias coisas (até) no final formulático e sendo assim recomendo que se procuram histórias de mistério espreitem esta; (já irei explicar mais à frente nos *spoilers*).

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Três tigelas e meia de noodles porque é um produto algo híbrido que funciona muito bem a um determinado nível enquanto que se afunda por completo como filme de terror que não consegue ser de todo.
No entanto é suficientemente bom para espreitarem pois acaba por estar muitos furos acima do típico cinema de “terror” para teenagers habitualmente saído de Hollywood nestes moldes.

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A favor: consegue transportar-nos para aquela floresta no Japão mesmo não tendo sido um filme totalmente filmado lá, as paisagens originais estão muito bem recriadas se compararmos com os verdadeiros locais até a nível de arquitectura, o enigma é se calhar mais complexo do que aparenta a uma primeira visão, como thriller funciona bem e até tem um certo sabor a aventura, surpreendentemente as melhores cenas são passadas durante o dia e tem poucos momentos estereotipados com gente a correr por florestas durante a noite, aliás tem menos clichés do que parece ter no trailer, os personagens são cativantes e felizmente conta com um elenco japonês para dar mais autenticidade à história e ao ambiente, o argumento é melhor do que parece e joga muito bem com um clima de incerteza, grande parte das cenas parvas e formuláticas que estão no trailer não aparecem de todo no filme e só por isso vale o destaque.
Contra: se procuram um filme de terror procurem noutro lado, é “terror” PG-13 para familias americanas irem ao cinema com baldes de pipoca “assustarem-se muito” mas sem sangue de estilo gore, tudo o que é suposto ser clima de terror não passa de momentos de SOM ALTO “repentino” quase de cinco em cinco minutos. Até podemos acertar o relógio pelos “sustos”.

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NOTAS ADICIONAIS

TRAILER (com inúmeras cenas que não entram no filme)

Documentário sobre a verdadeira Aokigahara Forest

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ATENÇÃO: se têm alguma intenção de ver este filme não leiam ABSOLUTAMENTE NADA do que vou escrever a partir do aviso vermelho de *spoilers* a seguir.
Leiam só a partir dos titulos verdes depois desta secção.
Vão por mim, irão olhar para este filme de uma forma que se calhar nem imaginam.

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Eu próprio não me apercebi disto na história, mas há alguém no IMDB com uma interpretação do que aconteceu neste filme deveras intrigante e que os fará ficar com vontade de rever em pormenor [“The Forest“] mal leiam a sua visão do que realmente aconteceu neste enigma.
Não costumo dar muita atenção a estas re-interpretações para filmes mas tenho que concordar que depois de ler o que o Author: jarora2213″ escreveu na sua favorável review do filme, já não consigo pensar na história da mesma forma que eu tinha pensado.

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Na altura também tinha ficado com a ideia de pontas soltas, mas se calhar, jarora2213 tem razão e somos nós que pelo facto de estarmos tão decepcionados com a falta de terror deste título que acabamos por não dar grande atenção às pistas que estão espalhadas pela história e que se calhar tornam [“The Forest“] num argumento mais complexo e criativo do que nos parece à primeira vista. A interpretação de jarora2213  [“The Forest“] quase que me transporta ao “The Sixth Sense”; e de repente o filme parece bem melhor. Daí estar agora também a recomendá-lo no blog.

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Estão preparados ? Não leiam isto antes de verem o filme. MESMO !

SPOILERS * SPOILERS  * SPOILERS * SPOILERS * SPOILERS
A partir deste momento irei parafrasear muito do texto ou do sentido original descrito pelo utilizador jarora2213 na sua review de IMDB.

Ao acompanhar este filme não consegui deixar de sentir que esta história seria mais complexa do que aparentou à primeira vista. Sinto que este filme é mais uma história sobre doença mental do que será um filme de terror sobrenatural envolvendo os pretensos espiritos maléficos da floresta de  Aokigahara que na verdade nunca existem na história.

Comecemos pelos factos, temos a personagem principal, Sara e a sua irmâ gemea idêntica Jess. Uma noite quando em crianças estavam ao cuidado da avó, soam dois tiros que todas ouvem e logo procuram investigar a origem dos disparos. Quando com a sua avó descem por um lance de escadas que leva até à cave de sua casa, esta grita-lhes “tapem os olhos!”.
Isto porque o que tinha acontecido minutos antes fora o pai das miudas ter assassinado a mãe delas com um tiro de caçadeira e de seguida ter-se suicidado.

Sara fechou os olhos e nunca viu o banho de sangue, mas Jess viu tudo ao pormenor.

Portanto eis o que eu acho ser a grande revelação encoberta na história do filme.
Nunca houve uma irmã gemea. Jess (ou Sara)  nunca existiu.

Penso que devido à experiência traumática na sua infância Sara (ou Jess)  dividiu-se mentalmente em duas pessoas num típico exemplo do sindroma da dupla personalidade. Sara passou assim a ser, Sara e Jess alternadamente.
Sara afirma por várias vezes durante o filme que sente remorsos profundos por nunca ter “ajudado” Jess a carregar o fardo de ter visto os cadáveres dos pais a quando do banho de sangue naquela noite. Penso que essa convicção será apenas um lugar interior dentro de si. Um refúgio psicológico. Um trauma que carrega desde esse dia.
Esta teoria faz sentido , se vocês prestarem atenção a várias pistas que o realizador e o argumentista deixaram espalhadas pelo filme de propósito(?).
Aqui vão as 5 principais:

1. Logo no início do filme vemos uma cena em que Sara desce um lance de escadas que também conduzem a uma cave. Nessa cave está uma tenda amarela. Do exterior conseguem-se ver duas sombras de criança distintas no interior da tenda mas quando Sara a abre, só lá está uma menina.

2. Quando Sara comunica ao seu namorado que precisa de ir ao Japão em busca da irmã, este reage com uma expressão algo distante mas ao mesmo tempo preocupada. Parece algo cansado mas não está particularmente chocado com o anúncio de que uma pessoa da familia desapareceu no estrangeiro.
Pode interpretar-se isto comu sendo um sinal de que alguém sabe que a outra pessoa tem realmente um problema psicológico e de forma a tentar acalma-la, tenta não a contrariar para não criar resistência.
(Curiosamente também eu notei que havia aqui algo estranho no diálogo algo frio que inicia este filme, pois a relação destas duas pessoas não me pareceu saudável ou romântica por aí além; pensei inclusivamente que isso depois viesse a ser parte do cliché habitual quando Sara conhece “o heroi” da história, mas na verdade esse sub-plot nunca existe. Mais tarde quando o namorado vai ao Japão para a trazer de volta para casa, a partir desse momento parece já alguém realmente caloroso e preocupado com a pessoa que ama, contrariamente ao que acontece no frio diálogo inicial que estabelece a relação destes dois personagens até de uma forma algo -clínica-).

3. À noite na floresta Sara encontra a rapariga japonesa que lhe diz para não confiar em Aiden e isso torna-a totalmente paranoica durante o resto do filme sempre que estão juntos.
Quando ela lhe pede o telemóvel  para ver ser Aiden tem realmente algumas fotografias da irmã, Aiden nega alguma vez ter encontrado Jess e olha para Sara realmente perplexo com o que está a acontecer. A fotografia que Sara “vê” no telemóvel de Jess será então na realidade o rosto dela própria, apenas Sara a interpreta como sendo a da sua irmã; sua segunda personalidade.
(Daí o cabelo preto quando esta é salva; na sua verdadeira personalidade de Jess; no final da história e retirada da floresta, tendo a personalidade “ferida” de “Sara” ficado para sempre retida na floresta em jeito de expiação da sua própria dor ).

4. Perto do fim. Na cena da cabana quando Sara nas costas de Aiden comunica com Jess através da porta e trocam bilhetes por debaixo da fresta onde Jess lhe diz que Aiden a irá matar, se notarem bem, a letra de Jess é exactamente a mesma letra de Sara.
É neste momento que interiormente Sara “deixa Jess” sair e ataca Aiden que continua sem perceber a razão de tanta paranoia à sua volta.
Também nessa altura “naturalmente”, a porta da cave da cabana, (mais uma vez, outra cave), mostra-se afinal aberta sem razão aparente; Jess não se encontra em lado nenhum e embora o filme aponte para uma explicação sobrenatural , o mais certo é tudo apenas se passar na mente de Sara influenciada pelas histórias de fantasmas que envolvem as lendas locais da floresta.
Quando Sara desce as escadas para a cave encontra novamente APENAS uma única criança que está a assistir à morte dos pais. Sara grita para a miuda correr escada acima ao mesmo que o seu pai em modo morto-vivo a agarra, obrigando Sara a usar a faca e a cortar a carne para se soltar, pensando estar a cortar o pai para este a largar quando está na realidade a cortar o seu pulso no fundo de umas escadas que não levam a lado nenhum enquanto imagina toda a cena em que revive o assassinato da mãe e o suicidio dos pais.
isto confirma a teoria de que supostamente apenas “Jess” teria visto a morte dos pais, quando Sara se auto-convenceu de que ela própria nunca tinha visto nada e criou Jess para sofrer o trauma por ela própria.

5. Quando Sara consegue escapar da cabana, curiosamente o filme de repente muda para uma cena em que vemos Jess finalmente perdida na floresta (até aí nunca a tinhamos visto na história depois de se “perder”); surpreendentemente apesar de desorientada “Jess” não parece particularmente atacada por fantasmas ou qualquer coisa sobrenatural, apenas se encontra perdida, tal como ela própria refere no final quando é salva pela equipa de resgate onde está o namorado de “Sara”.
Na sequência em que ambas correm pela floresta em direcção ás luzes da equipa de resgate, a montagem do filme mostra-as em paralelo sem nunca se encontrarem, mas correndo practicamente no mesmo local.
Quando Rob o namorado a abraça trata-a por Sara embora “Sara” não responda, (pois “Sara” ficou na floresta para sempre, pois (afinal) era Sara e não Jess que sofria durante tantos anos por ter visto a morte dos pais); quando Rob, a trata por Jess, esta é a personalidade que responde. Na cabana Sara tinha enfrentado a realidade finalmente e admitido interiormente que tinha sido ela a ver a morte dos pais e não “Jess”, daí fazer sentido que “Jess” tenha saido da floresta eventualmente “curada” por ter deixado toda a sua dor presa no interior na pessoa da sua personalidade “Sara”. Por isso “Jess” diz que já não consegue ouvir a voz de “Sara”, o que fecha o circulo do inicio onde o mote da procura de Sara tem a ver com a voz que ouve constantemente no seu interior e que indica que a irmã ainda está “viva”. Ou seja, até enfrentar a realidade e perceber que só existe uma única pessoa que viu os assassinatos; para “Sara” foi “Jess” quem sofreu. A questão que fica no ar é se Sara se chama Sara ou se Jess será realmente o seu verdadeiro nome.

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FINAL DOS *SPOILERS* FINAL DOS *SPOILERS* FINAL DOS *SPOILERS*
FINAL DOS *SPOILERS* FINAL DOS *SPOILERS* FINAL DOS *SPOILERS*

Portanto meus amigos, já podem ler este bocadinho a seguir se ainda não viram o filme.
Como podem ver se calhar por detrás de um mau e banal filme de terror, estará aqui um argumento bem melhor do que aparenta à primeira vista. Não me admirava nada que os criadores desta história tivessem mesmo a intenção de apresentar um mistério assim de uma forma mais evidente, mas aposto que algum executivo de qualquer estudio em Hollywood deve ter achado tudo muito confuso e terá ordenado que se focassem mais no “terror sobrenatural” do que na história “confusa” sobre o enigma das “duas irmãs”.
Por isso, pela minha parte, já não consigo olhar para este filme da forma simplista que muito reviewer que o ataca por ser um péssimo filme de terror o está a fazer nas reviews espalhadas na net.

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Certa, ou não, a verdade é que a teoria do utilizador jarora2213 no IMDB mudou por completo a minha primeira visão desta história. Penso realmente que o argumento pode mesmo ser interpretado desta maneira, especialmente tendo em conta que tudo o que são cenas realmente parvas presentes no trailer não estão depois no filme e o facto de apesar dos sustos imbecis estarem espalhados pelo filme (se calhar mais para agradar ao estudio em hollywood do que outra coisa), a verdade é que mesmo desconhecendo toda esta interpretação eu sempre senti que havia por ali um bom thriller de mistério.
Revendo o filme, as pistas apontadas pela interpretação de jarora2213 estão realmente todas lá, por isso meus amigos, volto a dizer, [“The Forest“] não é o melhor filme do mundo, mas recomenda-se vivamente por muitos e variados motivos.
Vejam-no pelo menos uma vez.

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Pode não ser cinema oriental no sentido mais puro, mas se calhar tem mais a ver com o seu espírito e menos a ver com Hollywood do que aparenta à primeira vista.

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Filmes semelhantes e 100% orientais de que poderá gostar:

A Tale of Two Sisters

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