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Natural City – Min Byeong-Cheon (2003) Coreia do Sul

3 comentários


Agora que Blade Runner parece estar de novo na moda por causa da sequela que irá sair em 2017, achei que estava na altura de voltar a dar destaque a [“NATURAL CITY“] por muitas e variadas razões que se prendem com o filme original de Riddley Scott.

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Não só porque este filme, continua a ser um título verdadeiramente “esquecido” em Portugal ( como todo o cinema fabuloso do do oriente ); mas principalmente porque está neste momento á venda novametne no mercado numa nova edição a sério depois de estar esgotado durante muito tempo.
Finalmente foi lançado com uma edição Bluray que não só é – region free ( ignorem o “A” na descrição ) – como ainda por cima é verdadeiramente especial, até porque vem acompanhada de um livro com muito material de making of e concept art criado na altura para além de conteúdos adicionais; ( e legendas em inglés ).

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Portanto, não há melhor altura para voltar a recomendar este filme do que esta, até porque estamos quase no Natal e a sua edição especial em bluray é a prenda que qualquer admirador de cinema oriental que goste de FC irá querer pedir ás renas.
E despachem-se pois estas edições são sempre mesmo muito limitadas e quando acabar se quiserem ter o filme têm que se contentar com a edição tuga.
Sim ! Curiosamente [“NATURAL CITY“] é um título que foi lançado em Portugal há alguns anos atrás numa edição DVD-Fantasporto na que será provavelmente uma das piores edições dvd que alguma vez vi em Portugal e da qual poderão saber mais no final desta review.
Desde já lhes digo que no nosso país á beira-mar-naufragado parece que alguém achou que [“NATURAL CITY“] ficaria muito bem, intitulado: “2080 – Amor Cibernético“… Juro !

Se calhar é melhor passarmos ao filme, não ?…

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O filme, [“NATURAL CITY“] poderia muito bem chamar-se Blade Runner II pois o universo em que decorre a acção é practicamente idéntico.
Isto não só a nível temático mas principalmente no que toca ao ambiente visual, onde nem sequer faltam os carros voadores flutuando por entre anuncios de néon colocados em grandes edíficios de inspiração retro-futurística numa atmosfera em tudo semelhante ao filme protagonizado por Harrison Ford duas décadas atrás.

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Apesar de ser obviamente muito inspirado no filme de Riddley Scott e quase um plágio na forma como trata o tema dos “replicants”, na verdade este filme funciona mais como um remake modernizado e não tanto como a sequela directa que na realidade nunca tentou ser. Por outro lado como Blade Runner foi buscar muito do seu estilo visual ao oriente, para mim [“NATURAL CITY“] quase que completa um ciclo e devolve este universo á sua origem.
Não me espantaria por isso se um destes dias esta obra fosse distribuída a sério no ocidente com um daqueles titulos ao estilo – Riddley Scott apresenta – “Natural City”.

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No entanto no que toca á sensibilidade ocidental este é um daqueles filmes que não conhece meio termo quando falamos de críticas do público.
A tendência tem sido, ou se gosta ou se detesta; até porque este filme tem tudo para ser imediatametne desvalorizado pelo típico espectador de cinema de centro comercial.
Tem um trailer que promete muita acção mas depois o filme contém apenas duas grandes sequências ao longo das suas quase duas horas de duração.
Uma no inicio e outra no fim.

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O resto do filme é composto por aquelas partes chatas em que “nunca se passa nada” e para desalento de muita gente nem mete tiros nem perseguições nem nada, o que é suficiente para afastar logo metade do público habituado ao estilo blockbuster americano onde de X em X tempo tem de haver uma perseguição qualquer para não aborrecer as plateias enquanto comem milho.
Ainda por cima, [“NATURAL CITY“] tem um argumento complexo que requer mais atenção do espectador do que apenas saber quem são o bom e o mau da história. O que complica logo tudo para muita gente e faz com que imediatametne deixe pelo caminho muitos espectadores habituados pelo cinema comercial americano a terem tudo explicado de bandeja.

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Existe ainda outra coisa no filme que afasta logo o publico mais pipoqueiro tal como aconteceu com “Blade Runner” quando estreou em 1984.
Ou seja, [“NATURAL CITY“] também não tem herois.
Uma das grandes críticas que lhe fazem é o facto de não conter qualquer personagem simpático. O que, traduzindo quer dizer que não encontrarão nesta história um heroi à americana.
Apresenta-nos um anti-heroi á primeira vista tão antipático (grunho e estúpido), que qualquer pessoa que espere encontrar aqui o típico “bom” definido pela habitual fórmula de Hollywood irá ficar muito decepcionada com a maneira como o percurso do personagem nos é apresentado neste caso.

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Por causa disto muita gente afirma que a história de amor não resulta porque o público não tem qualquer empatia com os protagonistas e aqui eu estou totalmente em desacordo. A love-story embora nada convencional (tal como em Blade Runner), é aquilo que dá alma ao final de [“NATURAL CITY“] e o torna num dos filmes mais poéticos dentro da FC desde…bem, desde Blade Runner.

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Alguns, criticam o facto da “replicant” pelo qual o heroi está apaixonado ser caracterizada de uma forma demasiado vazia. Mais uma vez eu discordo.
O personagem tem 3 dias de vida e perdeu todas as faculdades “humanas” não passando apenas de uma boneca “insuflável” avançada. Um brinquedo tecnológico prestes a ser desligado por falta de bateria e apenas com uma leve memória daquilo que foi.

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Neste aspecto a actriz faz um trabalho fantástico e acreditamos mesmo que ela não passa mesmo de uma boneca prestes a ser desligada, tal é o “vazio” que transparece da sua caracterização. E é isto que faz com que a trágica história de amor resulte num final que alterna entre o espectacular em termos de sequências de acção e o intimismo trágico de um amor impossível ao melhor estilo do cinema oriental romântico; muito longe da parolice americana no que toca a histórias de amor.
Para mim este filme tem um dos melhores finais em termos de sentimento dentro da FC moderna; a fazer mesmo recordar um pouco a poética morte de Rutger Hauer no Blade Runner.
Quem gostou da poesia desse momento no filme de Riddley Scott, vai gostar da forma como é resolvida agora a relação entre o policia sem rumo e a boneca com tempo de vida contado.

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Uma nota para a banda sonora do filme, que apesar de não se fazer notar muito ao longo da história, tem um par de momentos realmente mágicos.
Nomeadamente numa breve sequência subaquática a meio do filme (que irá agradar muito aos fãs de filmes como The Big Blue (Le Grand Bleu) de Luc Besson e em particular do compositor Eric Serra), mas principalmente brilha nos minutos finais da história, acentuando musicalmente a forma poética como o filme termina.

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Mas [“Natural City“] não é apenas uma história de amor.
Ao contrário do Blade Runner, este filme divide-se entre o drama romântico de FC e um filme de acção técnológico. Na verdade se [“NATURAL CITY“] tem uma fraqueza , ela está precisamente aqui.
Não pelo facto de ter momentos de acção excelentes, mas porque a meio se perde um bocado, pois parece que o realizador está indeciso entre fazer um drama ou um filme de acção, resultando por isso numa falha de equílibrio entre os dois géneros que nunca se chegam a misturar como deviam e isso torna-se evidente na própria montagem a partir da primeira metade da história.
Mas grande parte da culpa , está no facto deste filme (para mim) só ter um verdadeiro problema.
O vilão não é o Rutger Hauer.

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Enquanto que Blade Runner tinha um Roy Batty, aqui temos um vilão que mais parece fazer parte de um videogame sem qualquer identidade característica do que pertencer ao universo personalizado  em que a história decorre.
O vilão de [“NATURAL CITY“] não tem qualquer carísma, é demasiado unidimensional e a sua presença no filme mais parece uma justificação para se conseguir meter acção pelo meio do que outra coisa qualquer.
Para complicar ainda mais as coisas, a sua ligação á base romântica do argumento parece um bocado inserida a martelo, precisamente porque o vilão parece estar noutro filme á parte.

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Por causa disso a sua colagem á parte dramática da história não funciona tão bem como seria desejável e o filme a meio perde-se um bocado numa montagem algo…remendada.
[“NATURAL CITY“] parece-se demasiado com dois filmes diferentes a todo o instante; e nenhum deles liga com o outro. Um é uma boa história dramática de FC com contornos românticos muito atmosféricos, o outro não passa de um conjunto de sequências de acção que poderiam fazer parte de qualquer – cut scene – de um videogame para a PS4 que não se notaria qualquer diferença.

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Por causa disso, as cenas de acção, só não são mais espectaculares porque no meio de tudo isto parece que apenas lá estão para contentar quem espera ver um filme mais hollywoodesco e como espectadores nunca temos uma ligação emocional entre essas cenas de acção e a parte mais humanizada do argumento por muito que o realizador se esforce.
Por outro lado as estilizadas cenas de porrada também não prejudicam o resultado final e quem gostou do estilo visual presente em filmes como o “Pacto dos Lobos“, vai adorar as sequências de combate presentes nesta obra de ficção-científica coreana.

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Por tudo isto, este é um filme para ser visto pelo menos duas vezes, pois tenho a certeza que quem nunca o viu, vai ter exactamente a mesma reacção que eu tive (e muita gente teve) ao vê-lo pela primeira vez.
Devido a estarmos tão habituados ao estilo americano de contar histórias, quando vemos [“NATURAL CITY“] pela primeira vez, este parece-nos um filme demasiado vazio, especialmente porque inicialmente é dificil encontrarmos uma ligação com os persongens porque a história salta demasiado entre dois géneros que se interrompem durante toda a narrativa e não colam de todo.

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Depois, o anti-heroi é completamente antipático a um primeiro olhar, a heroina nem se mexe pois está quase sem bateria, o vilão parece não pertencer á mesma história, o amigo do heroi ainda é mais antipático que ele e sem qualquer personalidade vísivel, a rapariga humana do filme tem potencial mas parece que fica um bocado á parte em tudo, etc, etc, etc.

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Por isso não fiquem desapontados se o filme vos parecer um bocado estranho ao inicio. Primeiro estranha-se , mas podem crer que depois entranha-se e a cada vez que o revemos encontramos novos pormenores que nos fazem valoriza-lo ainda mais.
Um pouco tal como aconteceu com o clássico de Ridley Scott no inicio dos anos 80, também agora este filme precisa de uma apreciação posterior.
Por tudo isto, recomenda-se vivamente a quem gostaria de ter um Blade Runner moderno para ver e nunca o encontrou no cinema made-in ocidente até hoje que não perca [“NATURAL CITY“].
Até porque posso estar enganado, mas isto ainda virá a ser considerado um melhor -“Blade Runner 2”- do que até aquele verdadeiro que está para estrear em 2017…digo eu…

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Isto porque [“NATURAL CITY“], apesar de ser um clone…se calhar não imita ninguém.
E só vão perceber esta afirmação quando virem este filme pelo menos duas vezes.
Tecnicamente e apesar de ser um filme já com 13 anos, é no entanto bastante impressionante. Excelentes cenários, bons efeitos especiais com maquetas tradicionais, algum CGI antigo bastante aceitável e uma óprima fotografia que alterna bastante bem entre ambientes acolhedores e atmosferas frias e desencantadas ou pura e simplesmente tecnologicas.

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Um grande filme de FC, que para mim apesar das suas falhas leva uma nota excelente sem qualquer hesitação pois gostei realmente desta obra e tornou-se um dos filmes da minha vida.
Embora volto a dizer, [“NATURAL CITY“] seja um daqueles filmes que nunca será devidamente apreciado num primeiro visionamento.
Especialmente se estivermos muito acostumados á moderna formula americana de se fazer cinema.

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Mas se sempre imaginaram como seria um bom “Blade Runner” de ambiente moderno não procurem mais longe pois [“NATURAL CITY“] poderá muito bem ser o que procuravam.
Vejam-no, revejam-no e irão descobrir um dos mais belos e poéticos filmes de FC dos ultimos anos e um verdadeiro filme de culto á espera de ser descoberto.

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CLASSIFICAÇÃO:

Se calhar até nem merecerá a classificação máxima que lhe atribuo; por causa do vilão de videogame que descaracteriza a história, mas a verdade é que [“NATURAL CITY“] é mesmo um dos meus filmes favoritos de sempre pela sua atmosfera “Blade Runner” modernizada e bem conseguida.

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É daqueles filmes que nunca me canso de rever apesar das suas fragilidades por demais evidentes e que fazem realmente grande mossa no que poderia ter sido uma obra prima dentro do género.
Não será no entanto uma obra prima do cinema, mas de cada vez que o revejo gosto mais dele e descubro sempre novos pormenores em que ainda não tinha reparado antes.
Este é outro daqueles que em bluray parece um filme novo e que justifica plenamente um upgrade para a alta-definição.
Por isso…

Cinco Planetas Saturno e um Gold Award sim senhor.

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Se eu pensar racionalmente no caso em termos de recomendar isto a um público genérico se calhar não valerá mais de quatro Planetas Saturno mesmo pois como já disse não irá agradar a muita gente mais habituada a fórmulas americanas; mas a verdade é que não existem por aí tantos “Blade Runners” com a alma que este tem e como tal só pela empatia e pelo final bastante poético ganha muitos pontos.

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E mais uma vez os orientais demonstram que ninguém cria histórias de amor como eles as fazem. Ponto final.

A favor: ambiente, banda sonora, personagens, sequências de acção, efeitos especiais, fotografia e design, é uma excelente história de amor high-tech. Conseguiu modernizar a atmosfera de um “Blade Runner” sem precisar de o plagiar.

Contra: vilão sem identidade, montagem irregular, falta de ligação coerente entre a história high-tech e a história de amor; o estilo video-game nas partes menos interessantes é muito frustrante e decepcionante, tem estilização a mais em certas sequências que eram totalmente dispensáveis, toda a vertente tecnológica da história é desinteressante como o raio.

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NOTAS ADICIONAIS:

TRAILERS
EVITEM a todo o custo o TRAILER OCIDENTAL/AMERICANO se quiserem descobrir o filme por vocês mesmo.
É o trailer que mais facilmente encontram no Youtube, por isso não o abram se for o de lingua inglesa !!
Se encontrarem um trailer de Natural City com aquele habitual narrador gringo de voz profunda a meter estilo por todo o lado, fujam !
O trailer americano, não só conta a história toda, como ainda explica em detalhe tudo o que acontece com cada personagem, não vá os espectadores das pipocas depois não conseguirem compreender o filme.
O trailer americano é por isso mais outro atestado de estupidez aos espectadores, obviamente remontado em Hollywood.
Evitem-no a todo o custo, pois este filme merece ser descoberto sem ideias pré-concebidas.

VEJAM ANTES o TRAILER ORIGINAL COREANO ABAIXO, pois transmite não só o ambiente real do filme como também um pouco da sua poesia ( e sem spoilers ):

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COMPRAR EM DVD – REGIÃO 2 – EDIÇÃO UK
Está editado há já algum tempo em Inglaterra no formato DVD.

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https://www.amazon.co.uk/gp/product/B0002HSDSC/ref=as_li_tl?ie=UTF8&camp=1634&creative=6738&creativeASIN=B0002HSDSC&linkCode=as2&tag=cinaosolnas00-21

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COMPRAR EM BLURAY – REGIÃO ZERO – EDIÇÃO COREIA DO SUL
Esta é a edição moderna em Bluray e que apenas existe na Coreia do Sul.
Apesar de estar designada como sendo – Região “A” – felizmente é na verdade região zero, o que significa que podem vê-lo no vosso leitor de bluray europeu.
Está legendado em Inglés, traz um livro com muito concept art original e a cópia é definitvamente a única a ver a partir de agora.
Quem já tiver isto em DVD, até o pode deitar fora e comprar este bluray, pois a qualidade não tem nada a ver. Mesmo.

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http://www.yesasia.com/global/natural-city-blu-ray-korea-version/1044176064-0-0-0-en/info.html

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A EDIÇÃO PORTUGUESA em DVD…
ATENÇÃO: Evitem a todo o custo a edição Portuguesa deste filme em DVD, (
se ainda a encontrarem ); pois tem uma qualidade técnica do piorio!
Em Portugal tem o rídiculo título de “2o80 Amor cibernético” ; a edição é muito má mesmo ( do piorio ) e tem esta capa. Fujam !

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Pior que uma cópia pirata sacada da net o que é absolutamente incrível, pois tratando-se de algo que inclusivamente foi tão conceituado pelo próprio Fantasporto, esperava-se pelo menos alguma atenção nestas edições com o nome do festival. Os dvds do Fantasporto são talvez das piores edições de sempre neste formato em Portugal… e pior que esta, só a edição deles do fabuloso “The Promise“…

Mais sobre isto das edições rascas em Portugal, neste artigo aqui.

Portanto…
Se for para verem o filme numa cópia de má resolução vejam a versão que está no Youtube de borla, pois em termos de qualidade não anda longe da edição Fantasporto. Ao menos não gastam dinheiro no dvd… a não ser que precisem mesmo de legendas em Pt porque este mau dvd-rip do Youtube está legendado em Inglés.

Por falar em inglés, para uma review com mais imagens, espreitem aqui: http://www.shuqi.org/asiancinema/reviews/naturalcity.shtml

IMDB
http://www.imdb.com/title/tt0378428/

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Filmes semelhantes de que poderá gostar:

2009 Lost Memories capinha_5-cm-per-second

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Autor: Alcaminhante

Chamo-me Luis, tenho 45 anos e sou desenhador gráfico/ilustrador de profissão. www.icreateworlds.net Trabalho essencialmente como freelancer em ilustração tradicional e também em criação gráfica destinada á internet. Também trabalho em Banda Desenhada e quem quiser ir buscar os pdfs grátis do meu livro "As Aventuras do Príncipe Ziph" , sigam para aqui: http://icreateworlds.net/banda-desenhada-quadrinhos-gratis Interesso-me essencialmente por cinema, literatura, fotografia e longas caminhadas ao ar livre o mais longe de centros urbanos possível. De preferência junto ao mar e em praias isoladas. Tenho actualmente um blog sobre Cinema Oriental, outro sobre Ficção-Cientifica e ainda um site sobre Marte que podem encontrar aqui: http://www.o-enigma-de-marte.info Espero que gostem das sugestões e voltem sempre. Luis

3 thoughts on “Natural City – Min Byeong-Cheon (2003) Coreia do Sul

  1. É por isso que eu gosto do cinema oriental.
    Em sua maioria, é diferente do ocidental.
    E eu acho mais interessante.

    São cenas, sensações e ambientações que não se vê
    no cinema ocidental.

    Ah, e nos créditos tem esboços da arte do filme,
    gostei🙂

  2. Parece bom, essa comparação com blade runner se justifica no enredo e no visual, mto interessante

    • São muito parecidos mesmo. A grande diferença é que o Blade Runner tem um ambiente mais noir retro. Este tem um ambiente noir-tecnológico mais proximo de um videogame do que de um filme noir classico. De resto o ambiente é fantastico e só falha mesmo no vilão que não tem interesse nenhum.

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